Não estivesse Marília em 2006 o retrato do caos político, administrativo e institucional indicaria uma época de trevas do período medieval e a continuar assim o dono do mundo Abelardo Camarinha surta de vez e sai nas ruas montado em alguma besta, de armadura, mascarado, com lança e chicote nas mãos, e promovendo a justiça com as próprias mãos.
rnAbelardo quer destituir as polícias Civil, Militar, Federal, fechar o Fórum e remover os juizes e promotores, lacrar a Procuradoria da República e a Justiça Federal,extinguir as entidades civis e ongs.
rnO pacto diabólico abelardiano envolve não só o banditismo comandado para saquear os cofres públicos e montar fortunas ilegais, mas usa essencialmente o arroubo da língua de trapo para garantir a manutenção do estado de terrorismo numa tentativa tresloucada de acabar com tudo e todos que possam ameaçar sua ganância pelo poder e dinheiro.
rnAfronta, deboche, intimidação, truculência, ofensas, xingação, exibem a melhor forma do mau caráter Camarinha como se ele fosse um sujeito que pudesse continuar falando asneiras e descalabro sem que responda por cada infâmia.
rnSe encontrasse resposta plausível para explicarpersonalidade de sujeito tão demente e sem escrúpulos com certeza seria descoberta e tanto da psiquiatria. Não dá para entender mente tão diabólica sem estudá-la a fundo.
rnO vingador só deixa de ser farsa e fraude quando está esparramando sua bem acabada verborragia. Se o mal existe ele pode ser caracterizado com os traços semelhantes a face de Abelardo desmascarado.
rnMas o estado de direito, a legalidade, não permitem mais que ele fique impune por tanto tempo e possa continuar exercitando o linchamento públicodas pessoas e das instituições.
rnParece exercitar a mais pura arte diabólica ao usar o escárnio para reproduzir clima de terror e locupletar-se da desgraça e destruição de quem não se subjuga a ele.
rnAté onde pode chegar e quais riscos e perigos que Abelardo oferece não só a nós, mas a ordem democrática e institucional, à sociedade? Não tem limites? Ele não tem limites, mas as respostas da legalidade serão proporcionalmente idênticas.
rnO carimbador maluco, que a todos destrata, humilha, usa a força e poder público para criar artifícios e dissimulação para subjugar até mesmo aqueles auxiliares, assessores, amigos. Ficou notabilizado nos bastidores da ironia política como o ?professor de Deus?.
rnAuto-proclama-se iluminado, privilegiado e fala e age como se levitasse sobre o seu submundinho.
rnSeria caso apenas de submeter Abelardo à lei se fosse cidadão comum, mas como homem que fez carreira em cargos públicos, foi administrador e fez fortuna ilegal em cima do dinheiro do povo, ele pode espernear o quanto for, mas terá sempre sua postura obrigatoriamente fiscalizada e vigiada pela sociedade, pela imprensa e mídia em geral e por todos os órgãos institucionais.
rnO homem público que fora por algum tempo respeitado pela arte da persuasão e carisma- em que tivesse pesado a adoção de perfil populista – vai caracterizando carreira como lixo do lixo, envolto em lamaçal sem precedentes e desmascarado pelo próprio baixo nível e indigência intelectual e de comportamento humano.
rnO que está por trás da vingança que Abelardo busca a qualquer custo e até usando descabidamente a trágica, inaceitável e comovente morte do próprio filho Rafael?
rnSimples. Poder e dinheiro. Voracidade e ganância têm o desconhecido como limite na personalidade de Abelardo.
rnAliás, tivesse sido outro comportamento de Abelardo na reação à morte de Rafael, teria me silenciado por longo tempo até nas críticas ao político, imagine ao cidadão comum. Afinal ninguém pode morrer tão violentamente. Rafael e tantos outros jovens ricos ou pobres não podem ser enterrados pelos pais, pelas mães, é muita dor, mas nem por isso justifica-se a vingança e o ódio.
rnExiste alguma guerra, interesse econômico, dinheiro, acerto de contas entre Abelardo e nós?
rnNão. O que pudesse e possa existir natural que a instância de discussão é o Judiciárioa partir do instante que entre as partes não se temacordo.rnNinguém fica livre de compromissos se eles existem e são legais, feitos á luz da dignidade e da legalidade.
rnNesse ponto, é preciso acabar de vez com essa suspeição que ele quer impingirsobre a propriedade de jornal e rádios. Se Abelardo tem documentos, que os apresente, que reivindique direitos, que responda pelas conseqüências.
rnJá passou da hora do Ministério Público Estadual, da Procuradoria da República, da Receita Federal, das polícias, promoverem uma devassa séria em todas as contas, negócios, documentos, meus, das empresas, da Prefeitura, de Abelardo, de Carlos Umberto Garrossino, do bando que o rodeia e que tem fortuna ilegal.
rnJá passou da hora de submeter a Prefeitura de Marília a uma devassa de força tarefa e pegar de vez as falcatruas e roubalheira, dos contratos milionários fraudados, da indústria de notas frias, das compras fajutas de serviços, produtos e equipamentos que nunca são entregues mas só pagos.
rnSeria o caso de pedir intervenção estadual ou federal na Prefeitura e nomear grupo isento para gerência durante a devassa.
rnDe minha parte já tomei decisão, não faço jogo hipócrita, não tenho medo de responder por qualquer acusação. Vou continuar na luta pela legalidade e me incluo como obrigado a ser transparente.
rnMas Abelardo não deixará de ser investigado, vigiado, é preciso proteger os cofres públicos, o dinheiro dos impostos e acabar com pelo menos parte dessa bandalheira que é Marília, mas que pode dar exemplo de uma limpeza ética sem precedentes no país.
rnAfinal, só em termos de mídia, se Abelardo é dono de tudo, os veículos precisam ser interditados, nomeados interventores, municipalizados. As rádios Diário FM, Dirceu AM, o jornal Diário. Mas é preciso que isso ocorra no Judiciário a partir da retomada das investigações do Ministério Público.
rnÉ preciso igualmente intervir e tomar as rádios 950 e Jovem Pan, a TV Marília, também de Abelardo. E todas elas receberam recursos públicos por prestação de serviços e contratos publicitários. Dinheiro que então terá que ser devolvido, cada centavo, aos cofres do povo, da Prefeitura e que todos então respondam por essa maracutaia, esse complô de interesses escusos que o próprio Abelardo está confessando publicamente.
rnMas quantos negócios Abelardo entrou até hoje que se tem notícia de final dentro da normalidade e da ética?
rnNenhum.Camarinha é o maior parasita que se tem notícia na história da cidade.Ele usa, abusa e lambuza as pessoas à sua volta e quando não tem mais nada para tirar, descarta, joga fora, tenta aniquilar.
rnO expurgo é uma constante na ação do farsante vingador como se pudesse tratar pessoas como papel higiênico e absorvente usados.
rnEstá enganado. Não engana mais ninguém. Pode continuar sua campanha difamatória, seus ataques, suas infâmias, o jogo de terror e intimidação quenão me assusta, mas vai apenas reproduzindo a imagem de maldade e ódio que a cidade não aceita e, pelo contrário, quer distância.
rnDos ataques engendrados nos últimos quatro anos contra esse jornalista, o jornal, as rádios, o empresário Carlos Francisco Cardoso, tudo acabou trazendo prejuízos emocionais e materiais para nós e nossas famílias.
rnMas o baixo nível nos fortaleceu, criou blindagem e proteção divina e popular, uniu nossas famílias, nossos companheiros de trabalho.
rnTodas as desgraças que Abelardo produziu para aniquilar com o jornalismo investigativo trombou na verdade, na liberdade, na ética de nossas posturas.
rnTodas as mazelas que Abelardo produziu não surtiram efeito que ele desejava, que era destruir-nos.
rnFoi o incêndio que ele mandou seus cupinchas e asseclas atear no atentado contra jornal e rádios o marco mais emblemático do comportamento doentio e ganancioso.
rnForam as trapaças, fraudes e despejo de milhões que Abelardo fez na defesa da bandidagem que queimou as empresas que evidenciaram o quanto ele pode gastar da fortuna ilegal que amealhou para se proteger.
rnFoi a truculência, o uso da ilegalidade, que Abelardo exercitoupara tentar me corromper, me comprar, que mostrou a presunção de um sujeito que acha que todo mundo tem um preço e que ele compra com 30 moedas.
rnEstou e sempre estive satisfeito com meu patrimônio: minha casa, meu sítio, carros meu e de minha mulher e o salário para dar conforto modesto a minha família. Nunca aceitei dinheiro corrupto.
rnDe própria iniciativa quebrei meu sigilo fiscal e apresentei no Ministério Público Federal minhas declarações de 10 anos de imposto de renda e abri meu sigilo.
rnNaufragaram as medidas de intimidação que Abelardo usou para tentar me incriminar no incêndio das empresas eque evidenciaram o quanto ele persegue quem ousa discordar de seus métodos.
rnAgora Abelardo chega ao ápice de esquecer a morte tão dramática do filho para apenas me acusar de co-responsável, de mandante de crime bárbaro dessa natureza, logo eu defensor da legalidade até a última letra.
rnComo não obteve êxito, como não deixa mais ninguém em paz, como faz política suja 24 horas por dia, como está fazendo campanha eleitoral, Abelardo não se compraz apenas de continuar com sua língua de trapo de baixíssimo nível.
rnO maior criador de farsas e fraudes da cidade pelo menos está produzindo a distribuição de renda. Distribuição de fortuna produzida em anos de roubalheira contra os cofres públicos da prefeitura de Marília fora algumas estatais que foram saqueadas quando sua camarilha por elas atuaram.
rnOs quase cinco milhões de reais que gastou para safar sem êxito sua gangue das grades do crime de roubo e incêndio contra jornal e rádios foram parar em mãos espúrias mas não deixam de ser distribuição de renda.
rnO dinheiro maldito produto de criminalidade e ilegalidade contra a sociedade agora está patrocinando também bandidos pé-de-chinelo, línguas de aluguel, como se Abelardo fosse agora conseguir distorcer o inquérito que apura a morte do próprio filho.
rnAbelardo fez de tudo para comprar alguém que pudesse dar outra voz a sua patifaria de me acusar na morte do filho.
rnTamanha desfaçatez teve ele quando no dia da prisão do bandido Renan dos Santos, ele já anunciou e toda imprensa registrou que ele estava lá e perdoava o homem que atirou na cabeça do filho. Não há perdão, Abelardo.
rnNo mesmo dia falou que, veja só, também para a imprensa, queo pai do sujeito, José dos Santos, o ?Zé Poliana?, seria ?nosso eleitor, pessoa de bem?. No dia seguinte, lá estava Abelardo dizendo que o pai podia falar quem eram os mandantes, os nomes que ele queria ouvir,uma tentativa nefasta e anunciada de tentar forjar depoimento com meu nome.
rnO Record Urgente de Amarildo Oliveira à época deu um furo e entrevistou o pai de Renan que disse que o crime seria encomendado. Mas na presença do delegado Tadeu Rossi do DHPP José dos Santos desdisse, não sabia de nada.
rnMas háquatro dias, na quarta-feira 5,a nova armação abelardiana à base da sempre articulada corrupção: o debilóide José dos Santos foi à TV Tem dizer que se lembrava que seu filho teria dito ter sido contratado por José Ursílio.
rnPorque? Camarinha prometeu lhe pagar R$ 20 mil pela farsa. No dia já recebeu R$ 5 mil.
rnTadeu Rossi foi enfático ao desqualificar de pronto a fala do pai de Renan, que aliás se mantiver mesmo a farsa abelardiana não vai escapar de responder por falso testemunho pela infâmia covarde.
rnMas isso não é só. Abelardo não pára um minuto de fazer política e seu palanque eletrônico nunca foi tão usado de forma ridícula. Os microfonesda Rádio 950 e da TV Marília de sua propriedade viraram vaso sanitário e refletem bem a figura grotesca do patrão desqualificado a atacar a tudo e a todos.
rnAbelardo está acabando com a imagem das Polícia Civil e Militar, sugerindo que os promotores públicos só agem contra ele e prevaricam no resto, que os juizes são parciais porque não o atendem seus arroubos,que os empresários representam elite frustrada e invejosa…
rnDaqui a pouco vai dizerque o sol é ilusão, a lua é quadrada ou que esses astros são sua propriedade.
rnMas o limite não existe para Abelardo. Novo alvo da verborragia: o delegado do DHPP Tadeu Rossi, a quem desqualificou, foi jocoso e irônico. Mesma postura adotou contra delegados competentes e éticos como Roberto Terraz, Antônio Almeida entre outros.
rnNão dá mais para defender que Abelardo pague simplesmente que deva ser confinado em algum presídio. O caso realmente é de interdição, de hospício.
rnNa megalomania, o farsante chegou a dizer em sua rádio que o delegado tinha que encostar um revólver no meu peito, deveria me colocar no pau de arara para que eu confessasse crimes,e mais adiante disse que os promotores deveriam me prender.
rnNão tem cabimento. Mas Abelardo não está apenas indo longe demais, está deixando claro que mais dia, menos dia vai mesmo ao extremo e mandar me executar como já denunciei isso aqui várias vezes.
rnEle agora está reclamando até que só ando acompanhado, que estaria com medo, me protegendo com policiais.
rnSim, ando e tenho amigos policiais militares, civis, federais, porquetenho histórico de vida na legalidade e biografia limpa. Basta verificar minhas companhias e comparar com as de Abelardo, cercado sempre de capachos, bate paus, gente desqualificada que apronta nas baladas dia e noite.
rnOra, mas o que quer Abelardo?
rnComo pode Abelardo assim agir, como que se fosse vingador, querendo-se passar por policial, promotor e juiz, talvez acreditando que daqui a pouco tenha incorporado não a versão irônica de professor de Deus, mas começa acreditar que seja a personificação do próprio Criador.
rnMas que frieza é essa? Mas que ganância tamanha? Mas que prepotência desproporcional? Mas que falta de mínimo de sentimento?
rnAbelardo nunca vai conseguir escapar de pagar e responder pelos crimes e ilegalidades que cometeu enquanto homem público e que hoje o colocam como o sujeito mais investigado, mais acusado e mais denunciado da história judicial de Marília.
rnEsse é o lado bom, salutar, em que pesem as dificuldades de pegar criminosos do colarinho branco, em que pese o uso da força do poder político, da truculência e do dinheiro sujo a comprar e corromper, Abelardo não vai escapar.
rnNo meio dos mais de 140 processos judiciais a que responder já tem quatro condenações, o cerco das investigações está acelerado, ele dentro em pouco não será apenas desmascarado mas vai pagar dentro do ordenamento jurídico suas penalidades.
José Ursílio