• 25 jun 2006 /  Fique Ligado

    O conjunto de forças da sociedade civil aos poucos está se organizando e definindo focos, objetivos e metas que resgatem valores morais e éticos na condução das instituições, principalmente aquelas nas mãos de políticos de plantão no Executivo e Legislativo.

    rnMas a limpeza no exercício do gerenciamento das coisas e causas do Estado brasileiro passa pela necessidade também de depuração de parte contaminada de outras instituições como o próprio Poder Judiciário.

    rnNo caso específico de Marília por exemplo a salutar discussão sobre tráfico de influência e outras suspeições no Fórum devem contribuir para dar a necessária segurança à sociedade e salvaguardar a lisura da maioria ética, independente e isenta de servidores, promotores e juízes.

    rnAfinal, pode-se garantir que passa de 95% dos 400 servidores e juízes concursados o número de profissionais com a retidão do caráter e comportamento profissional. É de 100% a confiabilidade dos promotores de justiça e assim por diante entre aqueles que atuam no Fórum de Marília.

    rnMas como em todos os demais segmentos, ninguém pode querer empurrar para baixo do tapete a sujeira, é preciso que haja debates sobre os problemas e mazelas e busca de soluções e depuração, sem omissões, medos ou resistências.

    rnMeia dúzia conhecidos e de domínio público – e especialmente nos corredores – são hoje os responsáveis pela distorção e generalização contra a imagem do Judiciário, o que é lamentável.

    rnO que não pode existir é creditar apenas ao mundo político males como se nós outros estivéssemos intocáveis.

    rnHá um consenso geral: é necessário aproveitar o momento emblemático de combate à roubalheira e corrupção dos últimos anos e deixar claro que os todos estejamos abertos à apurações e checagens, embora é claro os políticos estejam como maiores e grandes vilões na falta de transparência, essencialmenteaqueles que estão ocupando os cargos públicos.

    rnNada melhor também para uma campanha eleitoral com sociedade e representantes livres para mobilização de conscientização não apenas sobre a melhor escolha para todos os níveis de candidaturas, mas principalmente para combater aqueles velhos e velhacos, conhecidos e reprovados políticos.

    rnHá um movimento silencioso mais agilizado nos bastidores para que a cidade desperte e suas verdadeiras lideranças cumpram seu papel de fiscalização e influência nos destinos das causas e políticas públicas.

    rnMarília ficou nas mãos de poucos ao longo dos últimos 30 anos e há um cansaço natural das figuras carimbadas e que agora estão em processo rápido de desgaste e serão rechaçadas veementemente numa proposta que deve ter primeira fase encerrada até 2008.

    rnA maior preocupação das lideranças que estão articuladas é focar causas nobres de interesses coletivos e éticos bem ao contrário desse estado de coisas que tomou a cidade de assalto nos últimos anos e até agora só trouxe prejuízos.

    rnA degradação de parte dos homens políticos e partidários, verdadeiros traidores e farsantes contra a fé pública, fez o cidadão comum criar rejeição natural contra os políticos e nada mais salutar que agora iniciar um processo de renovação paralelo à rejeição da escória.

    rnNão haverá proposta de voto nulo ou em branco em Marília, mas uma efetiva campanha de respeito ao cidadão, à ética, a projetos de interesses coletivos da região e outros mais amplos.

    rnTambém não haverá esse provincianismo de voto em candidatos daqui e dali, mas de escolhas de pessoas literalmente comprometidas com causas pré-definidas e acima de tudo que tenham um currículo defensável, sem corrupção, sem roubalheira, sem truculência, sem mentiras, sem fraudes, sem personalismo e mediocridade.

    rnNada mais salutar que a multiplicação de candidatos e propostas a serem discutidas não apenas na ladainha, dissimulação e promessas vazias e ridículas de palanques.

    rnSem contar que só agora na campanha eles voltam às ruas e depois desaparecem e apenas acabam mamando nas gordas e vistosas tetas das Viúvas sejam elas municipais, estaduais e ou federais.

    rnVeja o caso de Marília, que é especificamente nosso grande problema e exemplo de como uma cidade sofre com desmando e mazelas.

    rnDepois de ficar os últimos oito anos nas mãos indevidas de Abelardo Camarinha e sua gente que dispensa maiores apresentações e que podem ser espelhadas na figura de Carlos Umberto Garrossino tem-se a continuidade dos mesmos defeitos e suspeições.

    rnMas devemos fiscalizar mais e colocar as instituições e sociedade organizada a serviço de vigilância e cobrança de respeito de onde estão enfiando os milhões e milhões de nosso dinheiro gerado por impostos caros e extorsivos. Devemos aproveitar a mobilização na campanha eleitoral.

    rnComo esse país ainda se envolve demais em eventos que desviam e adiam decisões a realidade é que nesse mês por conta da disputa da copa de futebol mundial os debates e as campanhas estarão restritas, mas não podemos deixar do engajamento logo a partir de julho, com debates junto aos veículos de comunicação e outras campanhas fortes e transparentes para cobrar essa gente que quer se eleger.

    rnA partir de julho e até três de outubro é preciso que o movimento das lideranças esteja influenciando os segmentos sociais, formando opinião dos mais humildes seja através de cartilhas, panfletos, jornais e emissoras de rádio.

    rnA campanha partidária de 2006 já terá alguns avanços pois os velhos e velhacos não poderão mais fazer aquela distribuição descontrolada de brindes, quinquilharias e bugigangas que apenas enganavam os eleitores.

    rnTambém não vão existir mais aquela parafernália de shows, megaeventos e uso de artistas para atrair público e desfilarem os exploradores da fé pública com aqueles discursinhos enfadonhos.

    rnVão cair por terra e continuar sendo desmascarados os enganadores que fizeram promessas e mais promessas, usaram aquela ladainha de sempre e no final nunca estiveram realmente comprometidos com as boas causas da população.

  • 18 jun 2006 /  Fique Ligado

    Tão grave quanto a roubalheira contra os cofres da Prefeitura de Marília, a omissão e co-autoria da Câmara em algumas situações, é a contaminação do Poder Judiciário em casos cada vez mais gritantes, mas suficientes para despertar atenção e indignação da sociedade.

    rnVem em boa hora e conjuntura a posição responsável da OAB de Marília que vai fazer pedido formal para que o Tribunal de Justiça de São Paulo inicie investigação contra denúncias e suspeição de tráfico de influência no Fórum da cidade.

    rnJá existem investigações e apurações de denúncias anônimas nos últimos três anos, mas a entrada da OAB no cenário é marco promissor e de garantias para toda sociedade, não só para os operadores do ordenamento jurídico.

    rnE o pedido vem em um momento que a cidade vive a disposição e responsabilidade de passar seus serviços públicos a limpo. Os desmandos estão por aí, como sempre, mas está nas ruas também a indignação coletiva, cada vez mais forte e atuante.

    rnA Corregedoria Geral de Justiça a pedido da OAB de Marília vai ter que investigar envolvimento de funcionários dos cartórios em escândalos como o preparo de decisões e sentenças idênticas publicadas em varas diferentes, em casos diferentes, entre outras situações suspeitas, para dizer o mínimo.rnA OAB surpreende na defesa de transparência e legalidade em um processo de envolvimento com a comunidade iniciado pelo criminalista José Cláudio Bravos e que com seu afastamento segue com idêntico e bons propósitos na postura do advogado Paulo Sérgio Rigueti.

    rnNão é possível que continue sendo voz corrente nos corredores do Fórum o tráfico de influências entre alguns servidores, advogados e juízes, sugerindo que os desvios de conduta estão afetando o poder que deveria ser o guardião dos direitos e a garantia de justiça e igualdade.

    rnAinda essa semana o pedido da OAB deverá estar nas mãos do presidente do TJ, desembargador Luiz Limongi, e do corregedor geral de Justiça, Gilberto Passos de Freitas.

    rnCada cidadão de bem, seja advogado, cliente, ou mesmo funcionários, promotores de Justiça, juízes e operadores do direito que estão acima de quaisquer suspeitas, devem participar dessa cruzada contra a contaminação do Poder Judiciário.

    rnQualquer cidadão deve denunciar corrupção, desvio e irregularidade, direto na OAB ou mesmo a esse jornalista e ou ao Tribunal de Justiça e à Corregedoria Geral, para que todos possamos ter tranqüilidade e garantias de lisura e isenção nas decisões ou mesmo na simples tramitação de ações e processos no Fórum de Marília.

    rn
    Justiça paralela tem tabela de extorsão

    rnA situação nos corredores do Fórum chegou a quase calamidade e clima de terror com vantagens e privilégios que fogem ao tráfico de influência, mas já tem alguns contornos inaceitáveis e de insegurança.

    rnSe corrupção nunca tem recibo, extorsão dentro do Fórum é ainda mais difícil de ser comprovada e flagrada, não pela seriedade das conseqüências, mas principalmente porque há medo generalizado até para formalizar denúncias.

    rnOutro grande problema que está afetando de forma grave até mesmo a imagem de juízes criminais e cíveis isentos é justamente a falta de investigação e o uso indevido e indiscriminado de um sistema de justiça paralela muitas vezes sem participação e ou conhecimento dos próprios magistrados e funcionários honestos dos cartórios.

    rnO maior problema é o misto de omissão, medo e falta de investigação e inteligência que impedem investigações e definição sobre até onde existe real envolvimento da estrutura forense e até onde age máfia e conspiração no jogo entre advogados e clientes.

    rnMarília tem casos recorrentes de preocupação com situações de tráfico de influências, informações privilegiadas, pressão, tentativas de intimidação, acesso facilitado e indireto a autoridades e outros problemas em outras varas judiciais.

    rnSão situações que se manifestam desde a dificuldade ou facilidade em conseguir citações de acusados até rede de informações e benefícios que envolve alguns advogados e pequena parte servidores públicos cujo próprio patrimônio e modo de vida exteriorizam riqueza incompatível com a renda salarial.

    rnHá casos gritantes de ações que em questão de minutos após a distribuição são conhecidas pelos interessados, dificuldade em ter acesso a processos, rede de influências pessoais que unem relações de advogados e clientes.

    rnOutro ponto grave está nas relações perigosas e suspeitas entre alguns advogados e agentes públicos e políticos ricos e cuja moeda forte e influente é justamente a extorsão e corrupção.

    rnCartórios que resistem a divulgar resultados ou medidas em ações de interesse público, como forma de preservar os envolvidos, conversas de corredores anunciando e antecipando sentenças e decisões judiciais são outros comportamentos já identificados e de conhecimento geral na cidade.

    rnMas muito pior ainda é o esquema de suspeição e chantagem de clientes como se os corredores do Fórum de Marília fossem extensão de escritórios de advocacia que negociam sentenças judiciais que comprovam o mercado clandestino.

    rnO quadro de conspiração é agravado por imagens públicas como a do advogado João Simão Neto, mitificado como encomendador geral de sentenças do Fórum de Marília e estigmatizado por esperar plantão de juiz de preferência para despachar liminares antes de distribuir o processo.

    rnLonge da conquista natural de espaço por vocação, experiência e credibilidade no desempenho, o que funciona mesmo é a suspeição manjada e que o notabilizou como capaz de produzir provas, dar encaminhamento necessário a quaisquer processos desde a distribuição até decisão final.

    rnO caso do atentado contra o Diário foi significativo, tanto que supostas provas e testemunhas indicadas por João Simão foram desmoralizadas.

    rnA atuação absurda no atentado chegou a forjar confissão como do bandido Amauri Delábio Campoy, condenado a 12 anos de cadeia, e que mentiu em juízo dizendo que o incêndio teria sido encomendado por esse jornalista.

    rnFoi orientação e decisão de João Simão Neto o depoimento, assim como ele próprio mandou Amauri Campoy denunciar no incêndio o outro comparsa e também bandido Bruno Gaudêncio Coércio.

    rnOs casos escabrosos e fraudes em processos têm lista sem fim e além da própria atuação no atentado em defesa de Abelardo Camarinha, todo dia o advogado e o próprio ex-prefeito anunciam sentenças e decisões presentes e futuras.

    rnA rede de funcionários custeados a base de corrupção evidencia a falta de isenção e o esquema que se perpetua e coloca em xeque a isenção e lisura do ordenamento jurídico e judicial e deixam expostos a segurança das medidas, ao ponto de aumentar a cada dia a avaliação de que seriam necessárias operações externas de controle para resgatar a confiabilidade e até preservar o Judiciário e os juízes.

    rnParte do dinheiro sujo desviado nos últimos 20 anos dos cofres da Prefeitura de Marília é usado pelo grupo de Abelardo Camarinha para espalhar pela cidade além da parte truculência nas ruas, a versão que vão acabar com o jornal Diário e as Rádios Dirceu AM e Diário FM, além do jornalista José Ursílio, com processos e ações que impetraram e que asseguram antecipadamente resultados das eventuais sentenças.

    rnO clima de terror instalado sugere que cada processo distribuído sob encomenda já faz parte de um esquema coordenado e de efetivo tráfico de influência e uso de extorsão dentro do próprio Fórum.

    rnMas nem só de notícia ruim vivem os corredores do Fórum e posições transparentes e isentas fazem parte como assumiu há dez dias a juíza Paula Jacqueline Bredariol de Oliveira, que determinou apuração rigorosa contra suspeição existência de grampos e escutas clandestinas na 70ª zona eleitoral de Marília solicitar.

    rnMas a juíza mandou também apurar outro que é um exemplo claro e bem acabado dos escândalos que se escondem atrás dos bastidores do Fórum de Marília:pelo menos oito processos eleitorais teriam sumido do cartório e a juíza determinou abertura de uma sindicância para investigar o caso.

    rn
    Pau pra toda obra
    Mentirinha I

    rnCom a administração Mário Bulgareli indo ladeira abaixo e afundando no mar de lama que ele mesmo deixou, Abelardo Camarinha cinicamente está rindo à toa. Além de ter tudo que quer sem nada assumir, vai ficando isento na bagunça e dia a dia sem sal e açúcar que vive a Prefeitura.Pior, mui amigos de Abelardo fingem na defesa de Bulgareli.

    rn
    Mentirinha II

    rnNão que Mário Bulgareli vá ficando apenas com a parte podre do passado e do presente, mas a realidade é que o último que manda e o primeiro que obedece é justamente o prefeito de direito. Depois que todo mundo tirou sua parte, fez seu jogo, decidiu como seria, então vão a Bulgareli e dão um docinho para que ele só assine e não resmungue. Lastimável.

    rn
    Mentirinha III

    rnO negócio da escola abelardiana de maus costumes é ficar 24 horas vigiando Bulgareli, deixá-lo pensar que sabe de tudo, mas na hora H dá-se o drible da vaca, ou seja, sai todo mundo de fininho e deixa o prefeito falando sozinho. É aquela versão de deixá-lo nas festinhas, na ovação, fazendo discursinho, principalmente agora que precisa carregar o deputado estadual Vinícius Camarinha, vaiado na maioria das aparições públicas.

    rn
    Mentirinha IV

    rnA bomba de efeito retardado sobre taxas indevidas no IPTU deixado como herança maldita de Abelardo Camarinha para Mário Bulgareli vai explodir no colo do atual prefeito mas vai sobrar para o verdadeiro culpado. Inúmeras ações vão impedir não apenas a cobrança indevida, mas pedir de volta o que o contribuinte pagou. Sem contar o crime de responsabilidade dos autores da legislação leonina e de roubalheira ao munícipe.

    rn
    MentirinhaV

    rnAssim que terminar a copa e esquentar a campanha eleitoral, será a hora e a vez dos políticos acertarem contas com a população. Mas nem só isso. Todo mundo vai ter palanque, todo mundo vai dizer o que sabe e Abelardo Camarinha que se prepare, terá que acertar todos os desmandos e mazelas e ódio que semeou ao longo dos anos.

    rn
    Mentirinha VI

    rnAbelardo Camarinha fez de tudo para impedir que José Cláudio Bravos fosse candidato a deputado estadual. Sabe que doutor Bravos é inteligente, excelente orador e jornalista, seria eleito e se transformaria numa referência na cidade. Mas o que ele se esqueceu é que o criminalista pode não ser candidato, pode não ser deputado, mas vai continuar atuante e uma voz em defesa da legalidade e ética, contra Abelardo.

  • 11 jun 2006 /  Fique Ligado

    Vaiadinho I

    rnO deputado estadual Vinícius Camarinha segue a carreira do pai mas lamentavelmente a personalidade doentia está sendo copiada. Em vez de limpar sua imagem pública, de desgaste comprovado pelas vaias públicas que recebe, está usando a tribuna da Assembléia Legislativa como se também fosse vaso sanitário. Vinícius vem fazendo discurso contra jornal, rádios e os diretores das empresas com ataques de baixo nível. Ridículo.

    rn
    Vaiadinho II

    rnO deputado vaiado pela cidade continua colhendo os frutos podres da árvore plantada por Abelardo e parece que mesmo apesar de ser novo e ter que aprender muito ainda na vida, vai mostrando que engana-se quem pensava que ele fosse ser diferente. Os discursos vazios e dissimulados mostram quase um boneco de isoporem conteúdo.

    rn
    Vaiadinho III

    rnPior. Vinícius Camarinha até agora como deputado estadual o que ele fez mesmo foi empregar parentes, amiguinhos e as famílias de Carlos Umberto Garrossino numa mamata de salários que chegam a R$ 5 mil cada. No mais, a cidade só ficou a lamber o dedo sem alguma lei ou medida que pudesse justificar sua eleição.

    rn
    Vaiadinho IV

    rnJá na cidade, aquele desfile por aqui e ali na companhia de Abelardo ou de Mário Bulgareli, a situação dele vai ficando carimbada com as mazelas do pai.

    Afinal, a população tem feito eles passarem vexames e o maior deles notabilizou Vinícius como vaiadinho.Por que? A vaia homérica que levou no final do ano passado, de 20.000 pessoas que estavam no estádio durante a formatura das crianças da pré-escola municipal.

    rn
    Vaiadinho V

    rnMas o que essa gente precisa é trabalhar, largar dessa truculência, deixar de usar as estruturas públicas como se fossem os quintais de suas casas e como se pudessem falar o que bem entendem. Quem é esse Vinícius mesmo? Mas o que ele já fez na vida? De onde vem a mordomia que o sustenta? Tem que lavar a boca para nos atacar, xingar, dizer besteiras. Tanto que leva vaia até em chá de entidade beneficente.

    rn
    Vaiadinho VI

    rnMas além de usar indevidamente a tribuna da Assembléia Legislativa, falando baboseiras, papai mandou usar outro vaso sanitário, agora na cidade. O discursinho barato fica sendo repetido na TV Marília, canal 4, que está em nome de Tony Filho e que assumiu descaradamente a versão oficial do verdadeiro dono, que é Abelardo e que para variar usa testas de ferro em seus negócios.

    rn
    Vaiadinho VII

    rnDepois que passou a fazer a parte do jornalismo marrom e jogo sujo da escola abelardiana de maus costumes, por conta dos ataques descarados e infundados à direção da CMN, Tony Filho foi afastado dessas empresas definitivamente. Pelo jeito e o tanto de vezes que repete a ladainha dos patrões, a TV Marília está longe da decência ao dar voz ao vaiadinho.

    rn
    Mentirinha I

    rnAbelardo Camarinha tem que ser impedido de impor à cidade tanto desmando e truculência e a sociedade precisa banir esse falso coronelzinho. Não cabe mais tanta arrogância e prepotência e depois da lambança que fez nos últimos anos, agora ele acredita que pode quebrar administrativa e financeiramente o jornal Diário e as rádios Diário FM e Dirceu. Está delirando.

    rn
    Mentirinha II

    rnPor enquanto Abelardo só engana mesmo Mário Bulgareli. Tanto assim que além de fazer do prefeito de direito de gato e sapato e dar de dedo quando alguma medida demora, Camarinha deu uma ordem para que a prefeitura não faça um único institucional pago na CMN. Como se o dinheiro fosse deles, como se não fosse responder pelo desvio e como se isso fosse quebrar as empresas. Coisa de despreparados.

    rn
    Mentirinha III

    rnPúblico e notório além de cada semana mais vexatória a posição de Mário Bulgareli. Ademir Marques, no seu programa da TV Comunitária, canal 15, quarta-feira, definiu bem. A prefeitura tem três prefeitos: um único formado pela dupla Abelardo Camarinha e Carlos Umberto Garrossino, outro é Luiz Eduardo Nardi, e aquele de direito e não de fato, que atende por Mário Bulgareli.

    rn
    Mentirinha IV

    rnMas será que Bulgareli vai continuar exatamente desse jeito? Bem provável que sim. Só vai ter uma diferença. Daqui até 2008 vai herdar também uma herança incômoda além da omissão: as mazelas e desvios que pode como Lula dizer que não sabia, mas sua assinatura está em toda parte. O resto da turma não precisa se preocupar porque estão todos ricos e nadando de braçadas.

    rn
    Mentirinha V

    rnHá 10 dias toda curriola da Prefeitura foi convocada para ouvir a ladainha abelardiana. Como a patota está toda empregadinha em cargos de confiança na Prefeitura teve que agüentar atraso de quase duas horas e depois ouvir as mesmas abobrinhas de sempre por outras duas horas enfadonhas. Tudo para aquela postura lambe botas atrás de campanha política, única coisa que aliás essa gente faz.

    rn
    Mentirinha VI

    rnEntão está tudo combinado. Inclusive quase nem precisa ter eleição pois o professor de Deus já sabe tudo que vai acontecer. E de mais a mais o povo não vê a hora de sair de casa e ir aos comícios, ouvi-los e mais ansioso ainda para votar duas vezes em Camarinha numa única eleição. Isso mesmo, em Abelardo para federal e Vinícius para estadual. Esse bando só não vai é enfiar estrutura e dinheiro da prefeitura nessa aventura.

    rn
    Mentirinha VII

    rnHely Bíscaro ficou sem trono na Câmara e não pode nem reclamar e ficar como sempre, passando a culpa para imprensa ou seja lá quem for. Primeiro seu passado dispensa apresentações. Segundo, foi um dos primeiros em 1997 a denunciar a corrupção abelardiana, mas acabou amiguinho e lambe botas de Camarinha. Acabou pisado pela própria estrutura abelardiana. Colhe o que planta.

    rn
    Mentirinha VIII

    rnPapel tão medíocre quanto de Hely Bíscaro também fez quem assumiu sua cadeira, Geraldo César Lopes, o tal César da ML. O bicheiro, segundo Abelardo, assumiu não apenas o lugar na Câmara, mas passou a integrar a cambada, tanto assim que foi um dos convivas da ladainha que reuniu os correligionários da folha de pagamento de Camarinha. Uma vergonha, se bem que ninguém iria esperar coisa diferente.

    rn
    Mentirinha IX

    rnEssa gente é bem esquisita. Hely classificava Camarinha como ladrão, quadrilheiro, chefe de esquema de laranjas, quase idênticos adjetivos que César usava. Camarinha nos últimos anos só foi piorando, tanto assim que quem era decente saiu de perto dele há muito tempo. Já aqueles que o xingavam e o denunciavam, estão do seu lado. Conclusão óbvia. Que lixo do lixo.

    rn
    Mentirinha X

    rnMas não é só o Executivo que está uma lástima. Você ouviu falar da Câmara? Quais os projetos, as iniciativas que estão fazendo em defesa da cidade? Piorou tanto que está duro salvar alguém, aliás nem oposição aparece. Está todo mundo acomodado com salários, cargos aos montes, gastança, sem contar o mensalinho da situação e outras aberrações que vão aparecer…

  • 11 jun 2006 /  Fique Ligado

    A bandalheira generalizada que o jornal Diário e as rádios vêm denunciando nos últimos três anos e o perfil mais firme e determinado como resposta após o fatídico e criminoso incêndio do ano passado vai crescendo em provas e medidas que felizmente estão restabelecendo a legalidade e acabando com o desmando da era de Abelardo Camarinha.

    rnContribuinte, leitor, pode sair comemorando e feliz com outra grande vitória do bem contra o mal, da legalidade contra a impunidade.

    rnNão poderia vir em melhor momento a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que decreta a inconstitucionalidade na cobrança de várias taxas incluídas no IPTU de Marília, que ganhou mais cobranças em 1997, quando a administração Camarinha deu uma paulada na cabeça do contribuinte e mandou praticar um aumento extorsivo dos impostos e criou taxas inaceitáveis e ilegais.

    rnO contribuinte pode respirar aliviado, muito, muito. Vai ser um rombo consertar o desmando e desde já a Prefeitura será obrigada a deixar de cobrar as taxas incluídas no IPTU.

    rnA ação de inconstitucionalidade, promovida pela Procuradoria Geral de Justiçatramita desde o ano 2000, só agora acaba, com decisão definitiva e que inclusive já provocou a tradicional correria na Câmara Municipal e na Prefeitura para tentar minimizar os efeitos dessa que é mais uma bomba de efeito retardado deixada por Camarinha e que explode no colo de Mário Bulgareli.

    rnMas além do contribuinte de Marília ganhar o fim de mais essa extorsão contra seu bolso, essa roubalheira disfarçada de taxas, essa gente da Câmara e da Prefeitura que se prepare porque vamos articular uma mobilização de lideranças populares e civis para o contribuinte ser ressarcido de tudo o que foi pago indevidamente, senão devolvido diretamente aos bolsos dos munícipes, que haja desconto de cada centavo nos impostos já deste ano e futuros.

    rnIsso precisa acontecer rapidamente, seja em ação civil pública com pedido de liminar, seja numa ação popular ou outra medida.

    rnMas não é só a devolução do dinheiro, o Ministério Público com certeza vai providenciar o crime de responsabilidade de Camarinha e a patota mal intencionada que formulou a lei, a Câmara omissa e serviçal que a aprovou.

    rnSorrateiramente a Câmara já mandou para a sessão desta segunda-feira um projeto para suspender a execução e eficácia jurídica dos vários artigos e tabelas da lei complementar número 158/1997, que é justamente o Código Tributário do Município.

    rnTudo inconstitucional, tudo irregular, tudo cobrança indevida sobre os mais de 88.000 carnês de IPTU de Marília. Uma maracutaia que encheu os cofres da Prefeitura com milhões e milhões sem o devido retorno e que agora a inconstitucionalidade decretada só deixa o contribuinte de Marília estarrecido e revoltado com tanto desmando e enganação.

    rnVocê que está lendo o Diário neste momento, não pode esquecer que desde 1998 a roubalheira contra seu bolso, durante os últimos oito anos, deu às administrações de Camarinha e de Bulgareli dinheiro que era indevido.

    rnVocê, leitor, pagou indevidamente por taxas inventadas sem respeito à Constituição, mas muito pior, enganando a população. Você pagou indevidamente pela iluminação pública, pela limpeza pública, pela conservação de pavimentação, pelas guias e sarjetas e pela pavimentação e colocação de guias e sarjetas.

    rnMas isso não é só. Tem outra grande aberração no IPTU de Marília que é preciso acabar. Inventaram irônica e cinicamente uma taxa denominada ?emolumentos? que seria o valor do pagamento do carnê, do impresso, que custa R$ 39,00. O custo real não passa de R$ 2 ou R$ 3, o mesmo de um talão de cheques, mas atrás disso tem outra maracutaia com empresa de fora que vou denunciar nas próximas semanas.

    rnA taxa de emolumentos é a maior roubalheira já produzida por esse tipo de cobrança, é descabido e no meio político, a desfaçatez sempre foi a seguinte na era abelardiana: ninguém saberia o que significa esse tal emolumentos. Não é à toa que a personalidade arrogante vai ficando desmascarada.

    rnMas e as caras lambidas, as mentiras, as farsas, a dissimulação, a defesa do IPTU como se fosse um imposto barato?

    rnNão é por menos que o Diário fez o levantamento do absurdo que virou o custo do IPTU no bolso do contribuinte, mas agora tudo vai ficar invertido, essa gente tem que pedir desculpas à população, consertar mais esse desmando e muito mais: ficar preparada porque as entidades, a sociedade civil, esse jornalista e todos os cidadãos de bem não vão deixar barato, sem a devida resposta.

    rnÉ preciso sim recolher tributos, pagar IPTU, recolher taxas, mas sem essa roubalheira, sem essa falta de transparência na aplicação dos recursos, sem essa truculência, sem achar que prefeito, vereadores, secretários, enfim, todos os políticos, só porque foram eleitos democraticamente, não precisam dar satisfação, acertar contas com a sociedade.

    rnA arrogância leva a erros e o maior problema de Marília além de estar nas mãos indevidas há anos e anos é justamente a falta de bom senso e o castelo de farsas e mentiras que aos poucos vai ser completamente desmoronado.

  • 04 jun 2006 /  Fique Ligado

    As ruas estão esburacadas, áreas públicas cheias de mato, as praças abandonadas, os postos de saúde sem medicamentos e com filas enormes, falta mantimentos nas escolas e até gás, não há uma política de desenvolvimento da cidade através de parcerias entre Prefeitura e iniciativa privada.

    rnMas, em contrapartida a população continua pagando regiamente seus impostos, os tributos, taxas e tarifas comprovadamente estão corrigidas em valores que podem ser considerados até extorsivos ao longo dos últimos dez anos.

    rnÉ por isso que há necessidade e está em desenvolvimento uma campanha mais articulada da sociedade civil em defesa da transparência dos gastos públicos da Prefeitura e autarquias.

    rnEmpresários, líderes comunitários, entidades de classes estão levantando os números dos impostos, arrecadação e gastos do Município de forma mais transparente e longe da manipulação e influência oficialpara que haja uma discussão mais ampla do destino dos recursos públicos.

    rnEnquanto isso, como o jornal Diário e as rádios Diário FM e Dirceu AM já estão há alguns anos engajados na defesa da ética e moralidade nos gastos públicos de Marília, os veículos já detonaram essa semana uma campanha de conscientização para colaborar com o movimento da sociedade civil.

    rnO imposto que você paga merece respeito é o mote principal da campanha do jornal e das rádios que vai fugir um pouco do movimento das lideranças civis porque na realidade os veículos terão uma atuação mais firme pois usará os temas chega de corrupção, chega de roubalheira, chega de truculência e chega de intimidação.

    rnÉ óbvio que é uma campanha com maior tendência ao combate corajoso e determinado ao grupo político de Abelardo Camarinha que ao longo do tempo construiu um sistema de impunidade e desrespeito no trato do dinheiro e das coisas e causas públicas.

    rnO jornal e as rádios vão continuar desenvolvendo suas atividades de formadores de opinião com dois focos. Vai continuar mostrando as mazelas, desmandos, desvios, irregularidades que hoje são investigados por mais de duas centenas de procedimentos entre inquéritos, ações civis e criminais e até condenações de Camarinha, o chefão Carlos Umberto Garrossino e sua turma.

    rnA campanha atual em tom mais ameno nesse início para que não haja pré-julgamentos indevidos vai também dar prioridade ao destino dos impostos que estão sendo pagos e portanto será a fiscalização efetiva da administraçãode Mário Bulgareli.

    rnEm que pese não existir até agora praticamente nenhuma diferença de postura e comportamento entre Camarinha e Mário Bulgareli, a realidade é que a mesma continuidade e continuísmo, não vão refletir em culpa ou acusação ao antecessor porque efetivamente ele não tem nem a caneta ou as chaves dos cofres nasmãos.

    rnO que efetivamente deve ocorrer é essa falta de identidade de uma administração que já vai se notabilizando como sem sal e açúcar e caracterizando o que Camarinha esperta e vulgarmente idealizou, que seria fazer um sucessor que ele pudesse continuar manipulando a bel prazer e como se pudesse depois voltar à prefeitura.

    rnAbelardo pode ter acertado ao escolher alguém que só fala amém e isso está comprovado pois até mesmo a assessoria do atual prefeito é toda aquela de Abelardo, com todos os carimbos, alguns poucos como decentes e éticos, mas a grande maioria de ficha corrida, conhecidos, useiros e vezeiros em envolvimento em denúncias e processos de desvios, enriquecimento ilícito e outras tantas e tantas mazelas e irregularidades.

    rnSe Bulgareli está de mãos atadas é porque tem contas esquisitas a acertar e mais cedo ou maistarde vai ter que dar explicações ao Ministério Público, à Polícia e à Justiça.

    rnSem contar a opinião pública que não quer mais saber de tanta ladainha, tanto discursinho, tantas promessinhas como se tudo estivesse maravilhoso. A realidade é bem o contrário.

    rnO linchamento público de Abelardo foi provocado por ele próprio e seus métodos ultrapassados e escusos de fazer política ao longo dos últimos anos.

    rnJá Bulgareli por enquanto só carrega a pecha de marionete e ou fantoche, mas a rejeição popular depois do primeiro ano já era esperada se nada mudasse.

    rnNessa quase metade de segundo ano de governo, Mário Bulgareli não definiu umprojeto de governo, não se desvencilhou das mazelas do antecessor e ainda ficou com as mãos atoladas na parte podre que herdou.

    rnNão é à toa que a queda de popularidade da atual administração chegou até a primeira-dama Fátima Bulgareli que, ao lado do marido, foi vaiada num concurso arranjado e sem propósito demiss colegial realizadohá uma semana.

    rnMas isso é conseqüência do palanque interminável que a Prefeitura foi submetida, sem contar o tropeço desnecessário de estar onde não se deveria.

    rnÓbvio, a cidade tem eventos, precisa que o prefeito e autoridades compareçam, prestigiem, mas o que eles não estão entendendo é que ninguém suporta mais essa ladainha, esses discursos vazios, essa presença desconfortável e desnecessária em tudo quanto é lugar.

    rnOs políticos pensam que estão abafando, mas enquanto falam, é só cochicho, crítica, porque basta ver aquelas caras lambidas falando sobre tudo, de elogio dissimulado a uma jovem miss, ao astronauta ou ao plantio da abobrinha.

    rnPolítico que se preza participa, assiste, ouve, se comporta com equilíbrio e não fica usando a máquina pública como se estivesse em constante campanha eleitoral.

    rnSem contar que é aquela enganação. A situação de todo mundo naquela dificuldade, uma crise econômica e social sem precedentes e os discursos políticos tentando passar que está tudo bem, tudo certo, tudo maravilhoso.

    rnNão defendo falta de respeito, não acho que FátimaBulgareli devesse ter sido vaiada, até porque ela vem fazendo um bom trabalho, é uma mulher discreta, aparece em ações sociais e talvez o que tenha necessidade mesmo é de evitar palcos como aquele que subiu na semana passada para que evite vexames.

    rnAliás esse é o problema de político e pessoas a eles ligados. Geralmente estão rodeados de puxa-sacos, despreparados, que só querem fazer média, incapazes que são de orientar, assessorar, orientar a liderança.

    rnO constrangimento daqui para frente será inevitável se não houver definição de rumos mais coerentes e transparentes e Mário Bulgareli tem pouquíssimo tempo para criar eventual identidade própria.

    rnComo Bulgareli vai se comportar é realmente problema dele, o que vai restar é o julgamento popular daqui para frente e de forma bem clara e efetiva vai ocorrer uma mobilização maior da sociedade em defesa do gerenciamento das coisas e causas públicas de Marília.


    José Ursílio