• 26 nov 2006 /  Fique Ligado

    Em Marília a escola abelardiana de maus costumes tem produzido pérolas que vão adubando a delinqüência mental da ralé e dos paus mandados que não têm outra utilidade senão lamber as migalhas e perambular pelo limbo dos cantos da Prefeitura e da quadrilha que eles chamam de grupo político.

    rnTem também aqueles arruaceiros, bêbados, que nada produzem e para quem o que sobrou foram praças e esquinas para engalfinharem-se com comportamentos esdrúxulos próprios de gente frustrada como o chefão da cambada Carlos Umberto Garrossino.

    rnMas pior de tudo é que a malfada escola tem influído no comportamento até de gente que se esperava mínimo de postura decente e nesse ponto vou incluir Mário Bulgareli que está prefeito em Marília.

    rnDigo com a frustração de cidadão que outrora viu Bulgareliindicar que iria reconstruir alguns comportamentos e desempenhos para criar identidade própria e identificação pública que lhe garantisse respeito e credibilidade da sociedade.

    rnMas Bulgareli passou um ano e 10 meses pisando em ovos para tentar não ferir melindres de seu grupelho e do esquemão abelardianoe agora está mesmo é metendo o pé na jaca e a mão em cumbuca que não deveria.

    rnDeram ao prefeito óculos cor-de-rosa, de mentirinha, e ele parece não ver nada de problema, vive a alegria do mundinho feliz que impõem à sua frente.

    rnTão maravilhado passou os últimos 10 dias ao largo da calamidade da falta de água que afetou de novo abastecimento de quase 60% dos bairros, enquanto ele estava preocupado mesmo com as florzinhas, a graminha, naquela malfada, desnecessária e esdrúxula desfiguração do lago artificial que margeava prédios da Prefeitura e Câmara.

    rnBulgareli parece que descambou de vez atraído sabe-se pelo canto de qual sereia, bruxa ou mente diabólica ou acreditando em algum tipo de propostas e negócios.

    rnAo fim do segundo ano de administração o certo é que lamentável para a cidade o desempenho não é apenas a preocupação com continuísmo de Abelardo Camarinha, mas servilismo agora piorado por absoluta inoperância e propositalmente por desmazelo.

    rnA turma da escola abelardiana está em festa e rindo à toa nos cantinhos e bastidores, fazendo planos para a próxima eleição e passa o tempo todo soprando idéias estúpidas aos ouvidos e colocando palavras na boca de Bulgareli.

    rnAté na truculência covarde o prefeito resolveu passear, tanto assim que numa ladainha semana passada, veja só, estava falando da festa da melancia ? e olha que ninguém estava com ela pendurada no pescoço ? quando de repente começou a fazer críticas ao repórter Gustavo Simi, da Rádio Dirceu.

    rnNo melhor estilo abelardiano, faz críticas sem citar nomes e situações, usa locais e eventos públicos de forma indevida como se estivesse na sala de sua casa.

    rnUma falta de respeito desnecessária, uma hipocrisia barata, fala inapropriada para quem está prefeito e que passou a vida como professor. Além de uma burrice gritante que não percebe as queixas dos ouvintes, dos moradores, a linha editorial independente da rádio. É só palavrório contra um profissional.

    rnSó para alegrar o bando? Em solenidade pública? Não, gente, ele não está na função pra isso. Lugar pra esse discursinho são os botecos, as festas nas fazendas e sítios onde a cambada se reúne para tramar seus absurdos.

    rnÉ escolha de Bulgareli construir seu currículo como cada um de nós constrói o seu e cada um faz sua opção. Mas não é escolha dele como usar ambientes públicos e solenidades oficiais, que cumprem função da prefeitura.

    rnComo já escrevi a exaustão, resultado de debates com o advogado Telêmaco Fernandes, consultor e amigo:

    rnNão há democracia sem que todos os cidadãos, indistintamente, tenham plena e ampla liberdade de expressão e de imprensa traduzidas no binômio de direito de informar e ser informado ? direitos esses inalienáveis de todos os cidadãos.

    rnSó com a livre circulação de idéias e de informação a comunidade pode evoluir e construir uma sociedade realmente justa e equilibrada rnAmeaçar nossa integridade física, moral e material em nada nos abala embora vá mostrando que a administração Mário Bulgareli vai ter o mesmo perfil, carimbos e destino do antecessor. Infelizmente.

  • 26 nov 2006 /  Fique Ligado

    Mário Bulgareli bem que poderia se dar ao direito, luxo ou sacrifício de nesse fim de semana ficar em casa e experimentar quanto de terapia ocupacional é produzir receita de refeição ou inventá-la, ficando na cozinha à beira do fogão. Realizo-me nessa condição como um número cada vez maior de homens e como milhares de donas-de-casa que por prazer ou obrigadas pelas exigências da vida encaram o fogão, como o tanque, além de todos os compromissos profissionais.

    rnPena que o cidadão Mário Bulgareli talvez não tenha tempo para isso, afinal deve estar suando muito a camisa não só por causa do calor escaldante em uma cidade sem água, mas porque precisa trabalhar como maluco no cargo de prefeito de uma cidade que nunca esteve com tantos problemas e envolvida num quadro de calamidade tão grande.

    rnAlém de tudo, já pensou, se Bulgareli for cozinhar e bem na hora começa a faltar água em sua casa, que desagradável, ter que deixar a louça toda encostada na pia?

    rnOu será que a casa do prefeito, assim como as plantinhas do Paço Municipal, está na relação de quem não ficou sem água essa semana?

    rnPorque o professor deveria ir à cozinha nesse fim de semana de qualquer jeito? Para refletir sobre a besteira que falou há dois anos e que pelo jeito ao invés de responder e ou assumir com respeito, está mesmo é tentando fugir e enrolar.

    rnTer divergência em eleição, discutir, debater, questionar, faz parte da democracia, do estado de direito. Daí desacatar e fazer campanha ilegal na porta de local de votação é indevido e crime eleitoral.

    rnMas muito pior, lamentável, repugnante mesmo é a denúncia da servidora estadual que ao cumprir seu dever à época, foi surpreendida por Mário Bulgareli a destratada para que ?calasse a boca porque lugar de mulher é no tanque e no fogão?.

    rnVeja bem, o acusado é o mesmo Bulgareli que antes e acima de ser político tem mulher e é pai de duas filhas.

    rnO mesmo Bulgareli que em vez de discutir a denúncia, negar ou tentar provar sua inocência quis fugir. Qual a reação do Bulgareli acusado de fraude eleitoral, desacato, desordem além da ofensa banal? Uma manobra pra trancar a ação judicial, impedir apuração. Veja só, pediu hábeas corpus no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que no entanto rejeitou a manobra.

    rnBulgareli não está acusado numa conversa de botequim. Ele está denunciado no Tribunal, por procurador federal, acusado de desordem, de campanha ilegal e de ofender a presidente de mesa eleitoral Neuza Zaparolli, servidora estadual há 20 anos. O ministro Joaquim Barbosa rejeitou o pedido de liminar e manteve trâmite do processo contra o prefeito.

    rnMas vamos lembrar o caso.

    rnCandidato a prefeito em 2004, Bulgareli esteve com cabos eleitorais na escola e teria sido flagrado em campanha ilegal com boca de urna.

    rnA denúncia é rica em depoimentos sobre o escândalo, que além da campanha ilegal e desacato incluiu a declaração preconceituosa contra a presidente da mesa.

    rnSe condenado, parte da pena do professor Mário deveria ser de prestação de serviço à comunidade. Deveria ser obrigado a voltar a escola Sebastião Mônaco, por uma semana, e ajudar todos os dias as serventes e merendeiras a produzirem a merenda escolar das crianças e lavar o que tivesse de toalhas, panos, aventais e similares.

    rnDito isso, é preciso fazer Justiça: Bulgareli não está sozinho nesse tipo de conduta deplorável.

    rnMas as mulheres de Marília já foram ofendidas, desacatadas e tratadas de forma preconceituosa, jocosa e descabida quando se trata de politiqueiros e politicalha.

    rnNa campanha eleitoral de 1992 o então candidato derrotado à prefeitura Abelardo Camarinha notabilizou outra barbaridade que teve repercussão, ao declarar que ganharia eleição ?enquanto tiver na periferia mulher de pé rachado e sutiã de alça suja?, numa fala que beirava à monstruosidade mas que ficou perdida no lendário popular.

    rnCidadã justa, digna e determinada, Neuza Zaparolli sofreu a ofensa em outubro de 2004, quando encontrou Bulgareli e quatro rapazes abordando um casal de eleitores. Perguntou aos eleitores o que acontecia.

    rn?Bulgareli interferiu, dizendo-lhe que ?calasse a boca, pois lugar de mulher é no fogão e no tanque?, bem como que já que ela estava trabalhando, que fosse continuar o seu serviço?, diz o processo.

    rnNão é à toa que a cidade está passando por momento emblemático de aprimorar não apenas o funcionamento das instituições em todos os níveis, mas é preciso que principalmente os homens públicos façam reflexão de seus comportamentos, revejam posições e conceitos.

    rnNão é possível nem mesmo no calor de disputa eleitoral desacatar quem quer que seja, imagina então atacar de forma preconceituosa uma senhora que estava trabalhando, honesta, justa e dignamente.

    rnNão dá para acreditar que a busca pelo poder chegue a níveis tão deprimentes e deploráveis e se os exemplos repugnantes estão acentuados graças à postura das pessoas de bem, todos vão sendo denunciados dentro da legalidade e ordenamento jurídico e a máscara vai caindo para que cada um tenha exposta a cara limpa e verdadeira.

    rnNo entanto, o que deve ficar claro é que errar é da natureza humana e quão bonito e decente seria reconhecer a incorreção, pedir perdão, responder pelo abuso de cabeça erguida, coisa que infelizmente nós pessoas comuns o fazemos.

    rnBulgareli está esperneando e ao que parece não é só agora que passou a falar besteiras e coisas descabidas.

  • 19 nov 2006 /  Fique Ligado

    A administração do trio Mário Bulgareli-Luiz Nardi-Abelardo Camarinha pode ser enterrada de vez em credibilidade e na aprovação popular até o fim de ano e perpetrar em Marília um dos maiores escândalos nacionais de todos os tempos contra o contribuinte.

    rnCidadão de Marília pode ficar preparado. O conluio está escondido e o anteprojeto pronto. Novo golpe vai impor o retorno da roubalheira descarada contra o bolso dos sofridos 88.240 munícipes que têm imóveis em Marília.

    rnA cidade levou nove anos e meio para acabar com aquela verdadeira falcatrua que era a cobrança indevida, inconstitucional e abusiva de taxas embutidas nos carnês do IPTU.

    rnA Justiça mandou acabar com a cobrança e as últimas quatro parcelas do carnê do IPTU de 2006 foram reduzidas em média de 40 a 55por cento.

    rnAs taxas criadas por Camarinha em votação da Câmara na calada da noite em 27 de dezembro de 1997 praticaram um notório estelionato contra o contribuinte, mas a farra acabou.

    rnVai sobrar daqui para frente a todo contribuinte entrar com medida processual contra a Prefeitura e um dia receber de volta aquilo que saiu indevidamente do seu bolso e mais desgraçadamente nem serviu para que a cidade pudesse ter obras, serviços e melhorias de sua infra-estrutura.

    rnSabe quanto saiu do bolso do conjunto de contribuintes nesses nove anos para nutrir a descarada sanha tributária da turma abelardiana?

    rnMais de 80 milhões de reais. Isso mesmo. Dinheiro que foi pago indevidamente por simples contribuinte de bairro humilde do Nova Marília ou Santa Antonieta até bairros nobres como Maria Izabel ou o centro comercial da cidade.

    rnQuando tudo parecia resolvido vem o orçamento municipal para 2007 e é nesse projeto que está escondido outro golpe, talvez o maior dos últimos anos, contra seu bolso.

    rnOs contribuintes estão ameaçados de uma explosão dos valores e cobranças do IPTU. O volume de dinheiro que vai passar pelos cofres da Prefeitura, Câmara e autarquiassupera os 340 milhões de reais no ano que vem – aliás em 2006 a montanha de dinheiro já vai ultrapassar os R$ 315 milhões.

    rnO novo assalto chapa branca contra o bolso do contribuinte está delineado na projeção de valores a serem recolhidos com IPTU no próximo ano e revela que a prefeitura vai tentar – e depende de apoio dos vereadores – aprovarem alguma manobra legal para fazer crescer em 110% a arrecadação com o imposto, que deveria cair.

    rnA prefeitura usa três formas de cobrança sobre o imposto predial e territorial.

    rnA principal delas, que inclui áreas construídas e edificadas e representa o maior valor, projeta uma explosão de arrecadação, que passa de R$ 13,7 milhões para a previsão de R$ 27,6 milhões.

    rnSem as taxas, o que deve ocorrer é um reajuste de alíquotas ou de avaliação dos imóveis, alterando o valor venal para aumentar a cobrança.

    rnNas outras duas formas de cobrança, como aquelas apenas sobre terrenos vazios, a arrecadação prevista para 2007 mais que dobra, indo de R$ 12,8 para R$ 27,6 milhões.

    rnO conluio entre Prefeitura e Câmara pode repetir o que aconteceu na calada da noite de 27 de dezembro de 1997 e dessa vez ao invés do que foi a criação de taxas inconstitucionais, os políticos vão tentar aprovar projeto que revê todos os valores de imóveis da cidade através de nova planta genérica.

    rnMais grave em toda situação política e administrativa de Marília é a revolta e indignação da sociedade cada dia mais encurralada.

    rnMarília está completamente abandonada, só cresce e desenvolve suas atividades relacionadas à iniciativa privada e empreendedores enquanto na contra mão da paradeira está o volume de arrecadação pelos cofres da Prefeitura.

    rnO orçamento de Marília é maior que Bauru que tem mais de 370 mil habitantes contra 215 mil daqui. Muito superior a cidades idênticas em tamanho como Presidente Prudente e Araraquara.

    rnMas onde está o dinheiro? A infra-estrutura está capengando, as reclamações contra falta de atendimento das demandas de políticas públicas de serviços e obras nunca estiveram tão acentuadas nos últimos cinco anos e ao mesmo tempo a cidade não consegue deslanchar seus projetos sociais e econômicos.

    rnPara barrar o novo golpe a sociedade civil organizada tem que reagir contra a proposta de Mário Bulgareli e a turma que está encostada na administração há mais de nove anos.

    rnAs organizações não governamentais da cidade envolvidas com a busca de transparência e decência no trato da coisa e causa pública vão se mobilizar para conter a voracidade tributária em Marília.

    rnApesar de poucas esperanças em relação à Câmara que poderia barrar o projeto que vai reinstituir a roubalheira no IPTU, representantes de entidades sabem que maioria dos vereadores está atrelada ao grupo político de Camarinha e vai passar com rolo compressor em cima da oposição usando a tradicional moeda de troca do fisiologismo barato.

    rnInfelizmente vai sobrar mesmo é esperar como será a proposta da Prefeitura, a votação na Câmara e então as entidades se mobilizarem para alguma medida judicial com pedido de liminar para que eventual assalto ao seu bolso não leve depois mais anos para ser resolvido em tramitação nos tribunais de Justiça.

    rnO único ponto pré-definido e que pode até pesar favoravelmente à sociedade civil é o fato de que projeto que adota tamanho rombo contra o contribuinte hoje em dia vai provocar mobilização sem precedentes, bem ao contrário do silêncio, omissão e bico calado que vigorava em 1997 quando a turma abelardiana estava no auge de aprovação popular um tempo ante da verdadeira face que hoje foi desmascarada para o bem da maioria.

    rnA própria imprensa, rádio e televisão – e me incluo nessa patota – ou não prestou atenção, ou não quis ver e ou estava ludibriado em 1997, mas hoje a cidade está melhor em termos de sociedade civil e seus agentes não governamentais.

    rnTanto assim que nunca os problemas da cidade foram tão discutidos e o momento emblemático mostra avanço no combate ao desrespeito e falta de transparência do poder público.

    rnMas acima de tudo a cidade não agüenta mais é ficar com falta de desenvolvimento de políticas públicas enquanto cresce proporcionalmente a roubalheira e corrupção.

  • 14 nov 2006 /  Fique Ligado

    A única rádio que deveria ter aparecido na Câmara de Marília às 11h15 ontem não foi: a rádio-patrulha da Polícia. E não era bem microfone que deveria colocar à disposição. Bem vindo seria camburão se pudesse voltar quase cheio, algema para não oferecerem mais riscos de truculência.

    rnO fugitivo Abelardo Camarinha decidiu reaparecer no mesmo estilo fanfarrão precedido de novo foguetório.

    rnNão estava sozinho. A cambada toda paga com o dinheiro público estava também ao lado de novo o famigerado uso indevido de tudo que é prédio público, instalações, estrutura, telefones, ao bel prazer.

    rnNão é possível que não haja mais critérios nessa terra de ninguém em que foi transformado o espaço entre os prédios da Prefeitura de Marília e a Câmara.

    rnSerá que as instituições de fiscalização não podem ou não vão adotar quaisquer medidas?

    rnO gabinete da presidência da Câmara, onde está temporariamente Herval Rosa Seabra, foi transformado em novo palco de festança.

    rnE lá estavam os comensais de sempre: secretários – aqueles mesmos que você nunca encontra para pedir trabalho, fazer queixas ? e mais.

    rnEstavam lamentavelmente o prefeito Mário Bulgareli como papagaio de pirata, bem grudado a Abelardo Camarinha, e o vice Luiz Eduardo Nardi.

    rnTudo às mil maravilhas. Só para eles, que estão todos sem problemas enquanto a cidade está na calamidade, apesar dos mais de 300 milhões de orçamento como receita.

    rnA cambada da truculência e intimidação, a ralé das migalhas, os inúteis todos, eles estavam lá no bla-bla-blá da escola abelardiana de maus costumes.

    rnO que fazia reunido tanto nada?

    rnCamarinha mandou sua rádio 950 transmitir. A rádio é dele, pode mandar e desmandar a hora que quiser até porque não faz diferença.

    rnFoi o único jeito de fazer aparecer o ex-sumido, que corre dos oficiais de Justiça como o diabo foge da cruz, sempre para evitar as intimações nas centenas de processos criminais, cíveis e eleitorais que responde.

    rnMandou também lá outra rádio, uma que está com testas-de-ferro. E não poderia faltar é claro a TV Marília Canal 4, sempre disponível para o chefe falar e dizer o que bem entende naquele servilismo.

    rnAh, as rádios Diário FM e Dirceu AM não foram lá, não participam dessa pantomima descabida. Aqui a coisa é séria. O jornal Diário não poderia e nem precisaria estar presente. Aqui, do dono ao jornaleiro, todos conhecem de cor e salteado a ladainha recitada por Camarinha.

    rnE veja só. Agora aquele que já se julgava e autoproclamava iluminado e pseudodono da cidade se apresenta como o supra sumo do governo Lula.

    rnVai revolucionar o Brasil, mudar São Paulo, será o braço direito de Lula.rnTudo bem de acordo com sua personalidade e, claro, de novo, com a covardia, a intimidação, a dissimulação e um mundo de coisas desconexas.

    rnFalou, brandiu, xingou, me ofendeu como se um único cidadão de Marília já não soubesse de seu caráter, de sua postura, desequilíbrio, da completa e absoluta falta de fundamentação para tudo que fala.

    rnEle já ficou manjado há muito tempo.

    rnPerdeu outra chance de explicar o que sobrou para quem ficou milionário às custas de corrupção, roubalheira, superfaturamentos: dezenas, centenas de processos em todas as instâncias de investigação e tribunais brasileiros.

    rnE vai sobrar muito mais. Ainda que ele pense que pode continuar fugindo, seja figurativamente da rádio patrulha, seja das intimações legaispara responder por seus crimes e seja para o acerto de contas com a opinião pública.

    rnNo mais, não passa de mercadoria vencida e que vai ser retirada da prateleira e descartada, sempre dentro das liberdades, direitos, legalidade e cidadania.

  • 12 nov 2006 /  Fique Ligado
    O pior indigente é aquele desprovido de rnpingo de decência, ética e dignidade e facilmente transformado em farrapo rnhumano.

    É deprimente o retrato rnda indecência patrocinado por diversas vezes por integrantes da cambada rnque adula e faz servicinhos escusos e de truculência para Abelardo Camarinha.

    Tem sido assim sistematicamente, toda rnsemana, o cúmulo do ridículo de pessoas endinheiradas, carrões, mansões, rnfazendas, imóveis, boiadas, farra, que não aprenderam os valores mínimos rnde legalidade, ética, justiça, humildade…

    A noite de quinta-feira repetiu a exibição rngrotesca do bando de arruaceiros, bêbados, paus-mandados e supostos assessores rnde Camarinha.

    Bandoleiros promoveram tumulto entre Rua rnBahia, Avenida Sampaio Vidal e Praça Saturnino de Brito num ataque de rnintimidação e truculência contra o prédio do jornal e das rádios.

    Homens e mulheres bêbados, exibindo latas rne latas de cerveja, gritaria, xingamento, rajada de rojões estridentes rne alguns da maloca até apontando em direção aos prédios onde estão as rninstalações improvisadas dos estúdios da Diário FM e da Dirceu AM e redação rne produção gráfica do Jornal Diário.

    Mas no meio da marmanjada manjada, crianças, rnvárias delas, na noite, na algazarra, no vandalismo. Triste, lamentável, rnfico indignado e penso no futuro e o mau exemplo daqueles humildes e indefesos rnseres naquele meio.

    Fotografamos, dezenas de fotos. Há que rnse adotar medidas não só as que eu e a empresa estamos adotando nas polícias, rnmas vou pedir que o Ministério Público e a Vara da Infância e Juventude rnintimem e investiguem com os marmanjos endinheirados o que aquelas crianças rnestavam fazendo na rua naquele horário, naquela situação, assistindo ao rnhorror.

    E crianças que eles estimularam a estar rnlá, até com camiseta do PSB, o partido de Camarinha e da corja. E até rnuma mulher com criança de colo.

    Não dá para aceitar tamanho sentimento rnde impunidade de pessoas que há anos e anos estão mamando nas tetas dos rncargos públicos que servem para abrigar a cambada às custas dos nossos rnimpostos.

    Não dá para entender ridicularização tamanha rnno comportamento desses milionários e ao mesmo tempo paupérrimos de razão, rnsentimento e decência.

    Olho e beijo meu filho Matheus todos os rndias e cada dia estou mais orgulhoso dele, em casa, bem cuidado. No mesmo rninstante me entristeço ao ver aquelas crianças em praça pública assistindo rnbebedeira, palavrões, cafajestes e malandros que envergonham qualquer rncidade.

    Queria que essas crianças fossem salvas rndas garras dessa gente, que pudessem continuar em suas vidas simples, rnhumildes, mas longe desse tipo de convivência. Essas crianças de hoje rncorrem risco de serem que tipo de gente no futuro? Depois nós vamos recriminá-las, rnconstruir reformatórios, cadeias?…

    Estou inconformado não com mais esses rnataques, já fomos vítimas de barbáries repetidas, de riscos como o incêndio rndo prédio do jornal e das rádios e a tentativa de me matar na mesma praça rnSaturnino de Brito.

    Mas quando vejo crianças no meio daqueles rnbandoleiros, me revolto porque estamos deformando o futuro da próxima rngeração, do meu filho, do seu filho, dos filhos de toda sociedade.

    As crianças de hoje serão os adultos que rnvão conviver amanhã e não adianta meu filho, seu filho, os filhos da maioria rnserem decentes, precisamos garantir que a decência atinja a todos para rnque nossos filhos não sejam vítimas de truculência, roubalheira, corrupção, rnassassinatos, enfim, da selvageria e impunidade.

    Não aceito que as crianças fiquem a mercê rndesse tipo de gente, elas não merecem esse risco, atraídas pior ainda rnpelas migalhas de um pão com mortadela e refrigerante em plena noitada rnde bêbados, arruaceiros e baderneiros.

    Imagens

    Os arruaceiros se movimentaram até às rn23h45 entre as escadarias do prédio da Prefeitura e a Praça Saturnino rnde Brito num desprezo a centenas e centenas de moradores da região, principalmente rndos prédios de apartamentos onde o incômodo não tem precedente.

    Mas o que eles queriam? Intimidar jornal rne rádios? Intimidar-me? Não fossem as cenas com as crianças, continuaria rnachando essa gente patética, tenho certeza que minha postura e coragem rnestão acima do conjunto deles porque só ajo na legalidade, respeito e rnamor ao próximo.

    Ora, não bastasse, no dia seguinte, sexta-feira, rnàs 11h30, no horário que faço participação no jornalismo das rádios, lá rnestavam parte dos bate-paus, puxa-sacos, da cambada com centenas de rojões, rnpara o barulho impedir a transmissão ao vivo.

    Idiotas, os boçais perderam tempo, apenas rninstalei microfones fora do prédio e longe da Praça Saturnino de Brito, rnda algazarra, e o jornalismo e minha participação como sempre não sofreu rnúnico problema.

    Aliás, triste ver que a praça principal rnde Marília que registrou os mais maravilhosos e históricos fatos e acontecimentos rnda sociedade ser palco de desqualificados.

    Vou cumprir minha função profissional, rnsocial, legal todos os dias, nas rádios, no jornal, não temo as armações, rnameaças e crimes dos bandoleiros.

    Nada que eles fizeram e tentaram até agora rnfuncionou e foram sempre pegos e desmascarados judicial e publicamente.

    Nada que Camarinha tentou fazer no período rneleitoral funcionou. Ele quis exaustivamente censurar rádios e jornal rnna Justiça, mas acabou derrotado em 100 por cento das ocasiões.

    Mas os arruaceiros não sabem agir minimamente rnna legalidade e estão rejeitados dia a dia pelos instrumentos de fiscalização rne investigação como polícias, promotores e procuradores.

    As fotos o leitor viu ontem no jornal, rnvê hoje e pode consultar no site do jornal (clicar www.diáriodemarilia.com.br/arruaceiros).

    Mas quem estava no comando de tudo?

    Carlos Umberto Garrossino, visivelmente rnbêbado, liderava o grupo. Fez carreira e fortuna em cargos sem concurso rnna prefeitura e continua secretário da Administração.

    Caixa dois, chefe dos esquemas, está em rntodas as truculências e comanda bate-paus para atacar cidadãos. Responde rna dezenas de processos criminais, tanto que tem milhões em patrimônio rnbloqueados pela Justiça por causa de ação de improbidade administrativa rn- desvio com notas frias.

    A arruaça reuniu outros paus-mandados rne gente de salário público fácil e mal aplicado, como Hely Bíscaro, o rnfrustrado vereador cassado que ganhou de consolação cargo de confiança rn- que não exerce – na administração para compensar o acúmulo de decepções rne inutilidade para qualquer desempenho como agente público.

    Carlos Coércio, o Guru, ex-sócio de Camarinha rnpresenteado com cargo de secretário e pai de Bruno Coércio, condenado rnpor roubo e incêndio no atentado contra jornal e rádios, foi outro ocupante rnde cargo público que participou da baderna.

    O pai que deixa o próprio filho na cadeia rnpor causa de política, por não ter ensinado bons costumes e decência. rnE pelo jeito tudo que permitiu o jovem passar para pagar perante a Justiça rnpelos crimes não serviu de lição e reflexão. Lamentável.

    A arruaça também pôs na esquina, de copo rnna mão, atos obscenos e desqualificados, Hélio Benetti, que foi até secretário rne assessor municipal e responsável pelo contrato fantasma de locação de rnprédio para posto aduaneiro que nunca foi instalado.

    A prefeitura jogou dinheiro fora com o rncontrato e para Benetti o que sobrou foi ganhar como consolação cargo rnsem concurso e ficar encostado na Codemar.

    Também estava lá Antonio Carlos Nasrauí, rno Ninho, secretário municipal de Obras, outro investigado e incriminado rnem processos cíveis e criminais ao lado de Garrossino e Camarinha por rndesvios e fraudes em licitações e pagamentos indevidos, como ampliações rnno terminal rodoviário urbano.

    Teve também Osvaldo Carvalho Teixeira, rno ?Inglês?, funcionário de confiança da prefeitura acendendo rojões na rnbaderna: deixou algazarra com queimadura no rosto. Pena. Mas não era para rnestar em casa ou em roda de amigos, ou seja lá onde com gente decente?

    No meio dos grandalhões que deveriam dar rnexemplos bons, estava igualmente a ralé de sempre, todos ocupantes de rncargos sem concursos e salário fácil que nunca respondem por nada e só rnservem mesmo para bater palmas, xingar e servicinhos que não tenham necessidade rnde exercitar a razão e inteligência.

    Esse é o perfil de quem se considera acima rnda lei e impune. Os arruaceiros de carro chapa branca e que mamam nas rnbenesses da administração municipal exibem bem o retrato e qualidade do rnque foram oito anos de Camarinha na Prefeitura e infelizmente esboçam rno que vai sendo o governo de Mário Bulgareli em representatividade social.

    O retrato de gente com atitude idiota, rncovarde, porque usa gente contratada, gente mantida pelos cofres públicos rnpara tentar intimidar jornal e rádios, para colocar truculência e banditismo rnna rua.

    Uma vergonha para Marília nesse momento. rnMas expor essas mazelas nos faz refletir e agir para que no futuro nossos rnfilhos sejam bem melhores.

    José Ursílio

    rn

  • 05 nov 2006 /  Fique Ligado

    Puro deboche

    rnrnO Poder Judiciário da Comarca de Marília, entre outros problemas gerados pelo tráfico de influência descabido em alguns setores, vive às voltas com o deboche patrocinado por Abelardo Camarinha. Oficiais de justiça não acham o cidadão em canto algum, seja no endereço residencial e comercial de Marília ou nos pontos que ele costuma freqüentar. Pior. O sujeito não apareceu na cidade nem no dia da votação eleitoral. Fugindo por que?

    rn
    Não escapa

    rnrnQuem pensa que Camarinha continuará debochando da Justiça está enganado.

    Afinal, se ele abusa de alguns privilégios indevidos e troca de favores descabidos dentro do Fórum de Marília, ele pode ir se preparando para a enxurrada de medidas vindas de outras instâncias onde ele não passa de um cidadão comum, com os mesmos direitos e defesa, mas estritamente no ordenamento jurídico que impede privilégios e coisas esquisitas.

    rn
    Foras da lei

    rnrnDedo em riste como se acostumou desfilar pelos corredores do Fórum e algumas salas da Polícia Civil, Camarinha passou a viver agora dias e dias de fugitivo. O que ele fazia era tentar intimidar e distorcer atuação de parte das instituições – seus operadores ora omissos, ora defendendo interesses.

    Procura-se Camarinha, para o cumprimento da legalidade e andamento dos processos criminais e cíveis, o maior fugitivo de Marília.

    rn
    O carimbador

    rnrnO que poderia acontecer de pior na campanha de Lula à reeleição em Marília foi sem dúvida a adesão oportunista e cara de pau de Abelardo Camarinha, notório inimigo e algoz do PT durante 20 anos. Com a mala cheia de processos e mais processos que ele tenta se livrar como diabo foge da cruz, Camarinha continua com os métodos velhacos de aproveitar-se de situações e maquiar a realidade como se todos fossem idiotas.

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    Na maldade

    rnrnAté alguns meses atrás Camarinha destratava a petistas e lulistas com carimbos os mais jocosos e irônicos, próprios de marca de personalidade doentia e desviada. No caso de Marta Suplicy então, se houvesse uma gravação das palavras maldosas de Camarinha, ele responderia a processo de discriminação histórica, tamanhos adjetivos não publicáveis que ele sempre usou contra a ex-prefeita de São Paulo.

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    Useiro usurpador

    rnrnO cidadão Abelardo parece não entender que ele quer apagar as barbaridades que multiplica, mas a história e a memória da comunidade de Marília não é seu quintal. Ele pode ser contumaz usurpador em abusar do tempo ocioso que dispõe e da dinheirama que tem para desfilar desocupado por aí, mas nunca vai impedir que seus rastros e digitais sejam apagados nos atos e comportamentos repugnantes.

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    Nova traição

    rnrnAo tentar pular no barco vitorioso de Lula e abandonar as canoas furadas que navegou nos últimos anos, Camarinha quer sobrevida política fora da cidade porque aqui já foi rejeitado pela sociedade que o quer bem longe e ninguém agüenta mais tanta corrupção e truculência. No mais, no barco de Lula e do PT não cabe um peso contaminado e morto como esse sujeito cuja principal atuação partidária foi notabilizar a traição.

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    Sem palavra

    rnrnSe a assessoria de Lula está tentando mudar com quem anda e a qualidade ética do segundo mandato, tudo que ela não vai precisar é de gente da espécie de Abelardo. Este é daqueles que em política partidária onde ele pisa não nasce nem tiririca e pode secar até pântano em época das águas. Nocivo e pernicioso para qualquer convivência que busque o bem comum e coletivo e nunca conseguiu cumprir uma única palavra.

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    Pelas costas

    rnrnEm 20 anos, quem se aproximou de Camarinha acabou levando facada nas costas, seja na convivência na cidade, seja nas relações estaduais. Foi na eleição de 86 o golpe que iria notabilizar a marca permanente da traição. À época no PMDB, defendia Orestes Quércia, mas bastou Antônio Ermírio ficar na frente nas pesquisas e Camarinha virou a casaca. Bomba. Quércia foi eleito e tratou Abelardo como ele deveria.

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    Mesma coisa

    rnrnSe ele fez uma vez, vai fazer exatamente igual em todas as situações. Foi assim que agiu com Paulo Maluf indo e vindo.Com Mário Covas, então, o ex-governador não podia nem ouvir falar de Camarinha. Numa negociação de interesse coletivo, lá vem a proposta indecente, que deixou Covas arrepiado. Tanto assim que o PSDB Estadual virou inimigo de Abelardo. Os maus exemplos se multiplicaram por duas décadas.

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    De bandeja

    rnrnIronia do destino Camarinha enfiou Mário Bulgareli no PSDB em 2004 numa bobeada da tucanada que sonhava com o poder em Marília, numa tentativa de tirar vantagens. Mas o PSDB ficou chupando o dedo. Abelardo aprontou de novo, agora pelas mãos de Vinícius Camarinha, que ao votar na eleição da Assembléia, preteriu o candidato Geraldo Alckmin em defesa do PFL. Deixaram Alckmin e a tucanada falando sozinhos.

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    Duas caras?

    rnrnVárias caras e como camaleão que muda conforme seu instinto de sobrevivência e não quer nem saber de aliados, companheiros e ou compromissos e responsabilidades. Nessa eleição tentou enganar a todos como se os demais políticos e partidos fossem idiotas. Dizia que apoiava PSDB, ora PT, nunca fez única defesa de seu partido, o PSB. No fundo estava consigo mesmo. Sorte de todos, não tiveram contaminação e perdas.

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    Só sacanagem

    rnrnO que está por trás de cada comportamento e atitude de quem está desesperado para conseguir reverter condenação e rejeição? Só sacanagem quando se trata da vida e obra abelardiana. Tanto assim que os processos cíveis, criminais e administrativos se multiplicam como formiga em açucareiro. Há investigações em todas as instâncias de promotores e procuradores e procedimentos em todos os tribunais brasileiros contra ele.

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    Vai detonar

    rnrnMário Bulgareli já está com os dias contados. Vai ser infernizado dia e noite pelos bandoleiros e paus mandados da escola abelardiana de maus costumes para desgastá-lo ao máximo. A ordem partiu a tradicionais serviçais e garotos de recados já estão soprando asneiras nos ouvidos alheios. Os primeiros alvos são os secretários municipais e outros assessores do segundo escalão. Querem primeiro corpo mole: quanto pior, melhor.

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    Para os leões

    rnrnO negócio da nova traição engendrada pela escola abelardiana de maus costumes é aproveitar 2007 para desestabilizar Bulgareli e deixá-lo sem onde se pegar para que ele não iluda qualquer vontade de concorrer à reeleição. Abelardo quer limpar caminho no grupelho que lhe sobrou para lançar Vinícius candidato a prefeito. É todo mundo idiota, só ele sabe fazer política e oposição, comunicação e o povo vão ficar só assistindo.

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    Os malfeitores

    rnrnDifícil Mário Bulgareli livrar-se das armadilhas da escola abelardiana se ele não se livrar rapidamente dos malfeitores que o rodeiam comandados pelo secretário da Administração, Carlos Umberto Garrossino, o chefão de serviços escusos e caixa dois como definem incontáveis processos criminais que ele responde, tanto que a Justiça já tornou indisponível parte de seus bens, como a Fazenda Uberlândia de Oriente, um oásis de quase seis milhões de reais.

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    Mãos atadas

    rnrnO que está para acontecerno campo político partidário da gestão Mário Bulgareli vai agravar ainda mais a situação do prefeito. Mais de 85% dos cargos em comissão tem devoção e rédeas com Camarinha. Tudo que Bulgareli tenta fazer acaba emperrado em algum setor da Prefeitura. Por trás há sempre a mão do gato, do esquisito, para atrasar ou adiantar o procedimento quando o interesse é da dupla Camarinha-Garrossino.

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    Puxa sacos

    rnrnPuxa sacos e paus mandados ficaram por quase dois anos criando ilusões de falsos aliados e impediram que Mário Bulgareli criasse identidade própria.

    Veja só, agora vai ser passado para trás. A única vantagem e boa notícia ao prefeito é que a era Camarinha foi enterrada definitivamente de setembro de 2005 até agora e a rejeição das urnas em 2006 mostrou que nem a dinheirama resolve mais nada.

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    Sem crédito

    rnrnA virada que pode acontecer em 2007 poderá beneficiar Bulgareli se ele tiver mínima identidade e densidade de liderança para criar grupo de apoio administrativo para conquistar adesão partidária. Sombra e trevas da escola abelardiana acabaram, o que pode ser solução parcial de sua anêmica administração. O prefeito deveria aproveitar já a oportunidade de criar marca própria, antes que seja apunhalado por quem se dizia amigo.

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    Pagou conta

    rnrnO que Bulgareli fez até agora foi um governo de devoção e comprometimento aos desejos e caprichos do antecessor. Tanto assim que a cidade sabe e age como se aqui fosse o exemplo deprimente de funcionamento de governo paralelo. O prefeito até agora só baixou a cabeça e arcou com dívidas superiores a R$ 35 milhões, máquina sucateada e herança maldita de abandono e estagnação de serviços em várias áreas administrativas.

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    Vai descartar

    rnrnAs reclamações, críticas, cobranças de melhorias, decepção pela inexistência de projetos e programas encurralaram a administração num beco obscuro até a eleição de outubro para garantir reeleição de Vinícius e a tentativa frustrada de Abelardo virar deputado federal para fugir das centenas de processos criminais e cíveis. Bulgareli foi usado como absorvente, agora está sendo jogado fora. Contas e processos vão sobrar…

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    Tem caneta

    rnrnA caneta de Bulgareli é a mais cobiçada de Marília em termos de poder de decisão e influência, mas a escola abelardiana a deixou propositalmente sem tinta. Será que o prefeito tem condições de realinhar a órbita do governo e escolher gente mais leal? Se continuar rendido vai naufragar de vez.

    Desprezou parceiros e aliadosdesprovidos de interesses venais e mesquinhos, mas que cobravam respeito e transparência.

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    A falcatrua

    rnrnA embromação que estão fazendo para tentar destruir parte da Praça Saturnino de Brito não tem outra explicação senão interesse escuso que vai aparecer assim que for concretizada iniciativa na prática. O que estão querendo fazer e parece que até Bulgareli caiu na armadilha é uma aberração, sem contar que a bandalheira na Prefeitura é tanta que além do acumular escândalos, tudo que se faz é sem mínimo de coerência.

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    Outras medidas

    rnrnNão há alternativa senão entrar com ação civil com pedido de liminar assim que se tentar executar o projeto e já tem entidades prontas para agir. Mas o escândalo mesmo vai envolver tentativa frustrada de compra de imóveis naquela região. Quanto à rua Coronel Galdino de Almeida, ela não precisa de mais trânsito porque também fica congestionada em dias de intenso movimento. O comércio precisa de outras medidas.

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    Coisa estranha

    rnrnPior de tudo. O único entroncamento da Avenida Sampaio Vidal entre Álvares Cabral e Arco Verde que não tem grandes congestionamentos em dias de pico é exatamente o cruzamento com as ruas Bahia e Bandeirantes. Vai virar outra confusão, como aquela descabida anarquia na rotatória de entroncamento da Tiradentes, João Ramalho, Carlos Artêncio,que lamentavelmente a administração não consegue disciplinar.

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    Já enterrou

    rnrnIsso mesmo. Não ocorreu o aterro, mas o enterro do dinheiro público. A piscina do poliesportivo do Jardim Continental que a Prefeitura aterrou há quase 60 dias está lá abandonada, mato já crescendo. Mas cadê a quadra que prometeram aos moradores entre outras moradias? Parece que os pensadores e outras notoriedades da administração estão levando Bugareli direto para o buraco e ele nem está percebendo ou então já amansou a vida.