| O pior indigente é aquele desprovido de rnpingo de decência, ética e dignidade e facilmente transformado em farrapo rnhumano. É deprimente o retrato rnda indecência patrocinado por diversas vezes por integrantes da cambada rnque adula e faz servicinhos escusos e de truculência para Abelardo Camarinha.
Tem sido assim sistematicamente, toda rnsemana, o cúmulo do ridículo de pessoas endinheiradas, carrões, mansões, rnfazendas, imóveis, boiadas, farra, que não aprenderam os valores mínimos rnde legalidade, ética, justiça, humildade…
A noite de quinta-feira repetiu a exibição rngrotesca do bando de arruaceiros, bêbados, paus-mandados e supostos assessores rnde Camarinha.
Bandoleiros promoveram tumulto entre Rua rnBahia, Avenida Sampaio Vidal e Praça Saturnino de Brito num ataque de rnintimidação e truculência contra o prédio do jornal e das rádios.
Homens e mulheres bêbados, exibindo latas rne latas de cerveja, gritaria, xingamento, rajada de rojões estridentes rne alguns da maloca até apontando em direção aos prédios onde estão as rninstalações improvisadas dos estúdios da Diário FM e da Dirceu AM e redação rne produção gráfica do Jornal Diário.
Mas no meio da marmanjada manjada, crianças, rnvárias delas, na noite, na algazarra, no vandalismo. Triste, lamentável, rnfico indignado e penso no futuro e o mau exemplo daqueles humildes e indefesos rnseres naquele meio.
Fotografamos, dezenas de fotos. Há que rnse adotar medidas não só as que eu e a empresa estamos adotando nas polícias, rnmas vou pedir que o Ministério Público e a Vara da Infância e Juventude rnintimem e investiguem com os marmanjos endinheirados o que aquelas crianças rnestavam fazendo na rua naquele horário, naquela situação, assistindo ao rnhorror.
E crianças que eles estimularam a estar rnlá, até com camiseta do PSB, o partido de Camarinha e da corja. E até rnuma mulher com criança de colo.
Não dá para aceitar tamanho sentimento rnde impunidade de pessoas que há anos e anos estão mamando nas tetas dos rncargos públicos que servem para abrigar a cambada às custas dos nossos rnimpostos.
Não dá para entender ridicularização tamanha rnno comportamento desses milionários e ao mesmo tempo paupérrimos de razão, rnsentimento e decência.
Olho e beijo meu filho Matheus todos os rndias e cada dia estou mais orgulhoso dele, em casa, bem cuidado. No mesmo rninstante me entristeço ao ver aquelas crianças em praça pública assistindo rnbebedeira, palavrões, cafajestes e malandros que envergonham qualquer rncidade.
Queria que essas crianças fossem salvas rndas garras dessa gente, que pudessem continuar em suas vidas simples, rnhumildes, mas longe desse tipo de convivência. Essas crianças de hoje rncorrem risco de serem que tipo de gente no futuro? Depois nós vamos recriminá-las, rnconstruir reformatórios, cadeias?…
Estou inconformado não com mais esses rnataques, já fomos vítimas de barbáries repetidas, de riscos como o incêndio rndo prédio do jornal e das rádios e a tentativa de me matar na mesma praça rnSaturnino de Brito.
Mas quando vejo crianças no meio daqueles rnbandoleiros, me revolto porque estamos deformando o futuro da próxima rngeração, do meu filho, do seu filho, dos filhos de toda sociedade.
As crianças de hoje serão os adultos que rnvão conviver amanhã e não adianta meu filho, seu filho, os filhos da maioria rnserem decentes, precisamos garantir que a decência atinja a todos para rnque nossos filhos não sejam vítimas de truculência, roubalheira, corrupção, rnassassinatos, enfim, da selvageria e impunidade.
Não aceito que as crianças fiquem a mercê rndesse tipo de gente, elas não merecem esse risco, atraídas pior ainda rnpelas migalhas de um pão com mortadela e refrigerante em plena noitada rnde bêbados, arruaceiros e baderneiros.
Os arruaceiros se movimentaram até às rn23h45 entre as escadarias do prédio da Prefeitura e a Praça Saturnino rnde Brito num desprezo a centenas e centenas de moradores da região, principalmente rndos prédios de apartamentos onde o incômodo não tem precedente.
Mas o que eles queriam? Intimidar jornal rne rádios? Intimidar-me? Não fossem as cenas com as crianças, continuaria rnachando essa gente patética, tenho certeza que minha postura e coragem rnestão acima do conjunto deles porque só ajo na legalidade, respeito e rnamor ao próximo.
Ora, não bastasse, no dia seguinte, sexta-feira, rnàs 11h30, no horário que faço participação no jornalismo das rádios, lá rnestavam parte dos bate-paus, puxa-sacos, da cambada com centenas de rojões, rnpara o barulho impedir a transmissão ao vivo.
Idiotas, os boçais perderam tempo, apenas rninstalei microfones fora do prédio e longe da Praça Saturnino de Brito, rnda algazarra, e o jornalismo e minha participação como sempre não sofreu rnúnico problema.
Aliás, triste ver que a praça principal rnde Marília que registrou os mais maravilhosos e históricos fatos e acontecimentos rnda sociedade ser palco de desqualificados.
Vou cumprir minha função profissional, rnsocial, legal todos os dias, nas rádios, no jornal, não temo as armações, rnameaças e crimes dos bandoleiros.
Nada que eles fizeram e tentaram até agora rnfuncionou e foram sempre pegos e desmascarados judicial e publicamente.
Nada que Camarinha tentou fazer no período rneleitoral funcionou. Ele quis exaustivamente censurar rádios e jornal rnna Justiça, mas acabou derrotado em 100 por cento das ocasiões.
Mas os arruaceiros não sabem agir minimamente rnna legalidade e estão rejeitados dia a dia pelos instrumentos de fiscalização rne investigação como polícias, promotores e procuradores.
As fotos o leitor viu ontem no jornal, rnvê hoje e pode consultar no site do jornal (clicar www.diáriodemarilia.com.br/arruaceiros).
Mas quem estava no comando de tudo?
Carlos Umberto Garrossino, visivelmente rnbêbado, liderava o grupo. Fez carreira e fortuna em cargos sem concurso rnna prefeitura e continua secretário da Administração.
Caixa dois, chefe dos esquemas, está em rntodas as truculências e comanda bate-paus para atacar cidadãos. Responde rna dezenas de processos criminais, tanto que tem milhões em patrimônio rnbloqueados pela Justiça por causa de ação de improbidade administrativa rn- desvio com notas frias.
A arruaça reuniu outros paus-mandados rne gente de salário público fácil e mal aplicado, como Hely Bíscaro, o rnfrustrado vereador cassado que ganhou de consolação cargo de confiança rn- que não exerce – na administração para compensar o acúmulo de decepções rne inutilidade para qualquer desempenho como agente público.
Carlos Coércio, o Guru, ex-sócio de Camarinha rnpresenteado com cargo de secretário e pai de Bruno Coércio, condenado rnpor roubo e incêndio no atentado contra jornal e rádios, foi outro ocupante rnde cargo público que participou da baderna.
O pai que deixa o próprio filho na cadeia rnpor causa de política, por não ter ensinado bons costumes e decência. rnE pelo jeito tudo que permitiu o jovem passar para pagar perante a Justiça rnpelos crimes não serviu de lição e reflexão. Lamentável.
A arruaça também pôs na esquina, de copo rnna mão, atos obscenos e desqualificados, Hélio Benetti, que foi até secretário rne assessor municipal e responsável pelo contrato fantasma de locação de rnprédio para posto aduaneiro que nunca foi instalado.
A prefeitura jogou dinheiro fora com o rncontrato e para Benetti o que sobrou foi ganhar como consolação cargo rnsem concurso e ficar encostado na Codemar.
Também estava lá Antonio Carlos Nasrauí, rno Ninho, secretário municipal de Obras, outro investigado e incriminado rnem processos cíveis e criminais ao lado de Garrossino e Camarinha por rndesvios e fraudes em licitações e pagamentos indevidos, como ampliações rnno terminal rodoviário urbano.
Teve também Osvaldo Carvalho Teixeira, rno ?Inglês?, funcionário de confiança da prefeitura acendendo rojões na rnbaderna: deixou algazarra com queimadura no rosto. Pena. Mas não era para rnestar em casa ou em roda de amigos, ou seja lá onde com gente decente?
No meio dos grandalhões que deveriam dar rnexemplos bons, estava igualmente a ralé de sempre, todos ocupantes de rncargos sem concursos e salário fácil que nunca respondem por nada e só rnservem mesmo para bater palmas, xingar e servicinhos que não tenham necessidade rnde exercitar a razão e inteligência.
Esse é o perfil de quem se considera acima rnda lei e impune. Os arruaceiros de carro chapa branca e que mamam nas rnbenesses da administração municipal exibem bem o retrato e qualidade do rnque foram oito anos de Camarinha na Prefeitura e infelizmente esboçam rno que vai sendo o governo de Mário Bulgareli em representatividade social.
O retrato de gente com atitude idiota, rncovarde, porque usa gente contratada, gente mantida pelos cofres públicos rnpara tentar intimidar jornal e rádios, para colocar truculência e banditismo rnna rua.
Uma vergonha para Marília nesse momento. rnMas expor essas mazelas nos faz refletir e agir para que no futuro nossos rnfilhos sejam bem melhores.
José Ursílio |