• 30 mar 2008 /  Fique Ligado

    A bonança na colheita das verdejantes e viçosas verdinhas e a chuva de privilégios na horta dos capatazes e capangas mal-cheirosos produz a festança na fazenda símbolo de valor e mediocridade.

    Coroné Binlardo está em polvorosa, aposta tudo para inflar seu Bezerro de Ouro a ocupar o mando da farta colheita.

    O capataz Aloprado resmunga enquanto a baronesa Butoquina torce o nariz pro coroné.

    Butoquina queria manter mando na cozinha da casa grande, divertindo-se na senzala, seu passatempo predileto para esbanjar laquês e penduricalhos.

    As aves todas prosperam. Galinhas gordas ciscam de lado a outro, angolas barulhentas,as peruas então não se cabem, enquanto as patas, maioria chocas, vão dando o ritmo no terreiro.

    A criação do coroné está toda bem cuidada pelo capataz Aloprado, viçosos cavalos, burros e mulas lambiscam pouco feno e dão muito trabalho, bem diferente dos bodes velhacos que consomem muito e vão deixando mal-cheiro como administração, planejamento e obras.

    Estábulos lotados de bestas que sobrevivem com migalhas, celeiros cheios e infestados por ratazanas escondem e dissimulam imundice da fazenda do coroné.

    No chiqueiro, chafurdam porcos gordinhos, ora esqueléticos, maioria cooptada apenas para sustentarem luxuria dos bacanas.

    A evolução da bicharada deixou azedar a mamata desde quando o coroné mandou queimar a casa do desafeto vizinho e quatro capangas boçais estão engaiolados.

    Longe de efervescência e festanças chulas três capangas trocaram muquifo de baralho, batuque descompassado e risadinha de deficiente proposital por um punhado de moedas e dotes para aliviar a barra do coroné e agüentar o pau de arara quando molestados.

    Binlardo está enfezado com Butoquina que de cima do salto bico fino agora nem liga para chinela e coroné cafunga nas orelhas de capatazes xinga e promete que vai cortar as asinhas da baronesa e deixá-la sem mesada.

    O capataz Aloprado desceu do teto de zinco e coroné vive cochichando que se ele não calar o bico da baronesa, vai bater de cinta no bunda-mole.

    Bezerro de Ourovive num desbunde de dá gosto, foi para terreiro beliscar, aqui e acolá, meio que indefinido, tipo a trombar com o próprio pipizinho desconectado.

    A fazenda do coronétem o chicote da língua a funcionar só nas cercanias da sua bicharada.

    A boiada roubada ao longo dos anos estourou e descobriu-se que o coroné construiu império que não lhe pertence. A boiada foi demarcada com sangue e cada quinhão vai voltar para os cidadãos legalistas e éticos.

    Vai sobrar a ralé da fazenda para sustentar aloprados, baronesas e no último golpe o velhaco coroné vai tentar espetar o vaiadinho Bezerro de Ouro na voracidade tresloucada de salvar a dinastia dos malfeitores.

    Quando chegar junho, pouco de festança, a quadrilha continuará formada e a partilha será só da jaula a impedir mais vítimas sociais.

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  • 30 mar 2008 /  Fique Ligado

    A parte da cidade tomada de assalto pelos falsários está esculhambada. Abandono da periferia ao bairro nobre, não há um prego ou tijolo que dê retorno aos impostos abusivos pagos do pobre ao comerciante. A arrecadação não pára de crescer, os cofres ficam bufando de dinheiro que some no ralo do desperdício e corrupção.

    Como se não bastasse o descontrole nas contas, a falta de transparência, a máquina pública inchada por bandidos, boçais e bacanas, os governantes de plantão estão acabando com tudo que é patrimônio público, formado com história de 79 anos de um povo nunca antes tão aviltado em seus direitos mais elementares.

    Não é sobre outra cidade que me refiro, é dessa Marília próspera, rica, desenvolvida, de gente trabalhadora e empreendedora que há mais de duas décadas foi calada, subjugada, assim como acabou omissa e temerosa pelo tamanho da perseguição e formato de gangsteres mafiosos que tomaram o poder de assalto.

    Pelo que tenho participado e defendido, pelo menos a sociedade formada por gente honesta e de princípios morais, deu basta na bajulação barata e politiqueira e, junto com a mídia, demos basta nesse quadro deprimente de exploração não apenas das coisas e causas públicas, mas essencialmente da falta de respeito mínimo ao conjunto da sociedade civil.

    A Prefeitura de Marília está entre as 20 instituições de poder Executivo mais rico do Estado de São Paulo; exceto as capitais, figura entre as 100 cidades mais ricas do Brasil.

    Nada disso parece contemplar qualidade de vida e bem-estar à sociedade porque a indecência toma conta das ações que vão se multiplicando e mutilando as necessidades da coletividade.

    Como se não bastasse tem-se o sumiço do dinheiro público em desperdícios nos mais variados desvarios que locupletam a voracidade dos governantes de plantão ora e outrora.

    Não dá para admitir que a depredação até mesmo de espaços que pertencem à memória, patrimônio e quiçá essência de bem-estar e qualidade de vida possa ser alvo do saque desenfreado de propósitos de gente sem compromisso com a realidade de cidadania.

    Os pobres ficam em seus bairros esquecidos, desprotegidos, a mercê das politicalhas em épocas eleitorais e debatendo-se em esmolarem-se nas portas de repartições e ao final são tidos e havidos como massa de manobra, incapazes que seriam de perceberem que são usados, abusados e lambuzados em sua humildade e às vezes pouco instruídos.

    A realidade que assisto todos os dias, como formador de opinião, jornalista e ativista de causas da cidadania, não reflete mais essa distância do pobre, pouco letrado e gente humilde de bairros e periferias, porque os moradores de lá estão nas ruas, gritando, protestando, cobrando, exigindo, se pronunciando, mobilizados como se já há muito tivessem dado basta nesse subjugar.

    É preciso e há compromisso e comprometimento desse jornalista e jornal e rádios no despertar dessa gente, mesmo caminho que devem tomar os ricos, abastados de conhecimentos e que teriam maior dever de zelarem pelos interesses coletivos, até porque essa massa é a que mais contribui com as burras públicas saqueadas pelos seus representantes, afinal, a politicalha que está aí é produto e fruto de 100 por cento da sociedade, direta ou indiretamente, em que possa ignorar essa verdade.

    É preciso que essa parte privilegiada da sociedade, que teoricamente teria mais responsabilidades no pensar e exigir direitos ao mesmo tempo em que cumpre seus deveres e obrigações, seja mais interativa e incisiva para proteger seu patrimônio, suas necessidades, nossas prioridades e tudo aquilo que nos pertence, mesmo sendo dito público.

    Toda essa teoria firme, tenho desenhado como um mapa estratégico e que fundamenta e sustenta convicções que superam o jornalismo e estimulam a sociedade ao debate, trabalho que desenvolve há cinco anos com afinco e irrecorrível.

    O que tem a ver agora então a lua com esse quadro? Ironias à parte, verdade é que a politicalha deve estar mesmo comportando-se no ilimitado sentimento de impunidade, de zombeteiros tanto quanto fosse possível onipotentes e onipresentes quem sabe definirem o quinhão de Marília na lua e assim promoverem seu loteamento, sem óbvio que a maior parte fique para os próprios indivíduos useiros de apropriação indébita, cleptomania ou ladrões mesmo.

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  • 23 mar 2008 /  Fique Ligado

    O sagrado direito à vida e o inalienável sentido de justiça que deve nortear o comportamento dos seres humanos não tem data mais emblemática que o domingo de Páscoa, a comemoração da ressurreição de Jesus Cristo, no sábado de aleluia.

    A vida é maravilhosa porque nos dá a oportunidade de evoluirmos, melhorarmos em todos os sentidos: filosófico e cultural, material e nas relações pessoais e coletivas.

    Tenho convicção de conquistar projetos pessoais e coletivos, a determinação é inabalável, e tenho maior orgulho de ter participado de todos os principais e mais emblemáticos fatos e versões históricos de Marília defendendo as causas nas quais acreditava e acredito.

    Sou alguém em Marília que, fez da profissão, da participação, ativismo e da vida, um ministério a serviço de ideais – mesmo quando elas estiveram aliadas a projetos e métodos de gente que não mereceu meu envolvimento e que, por isso, errei ao me aliar.

    Errei mas nunca vou me arrepender, porque tive a oportunidade de fazer descobertas, tive a oportunidade de fazer escolhas, tenho convicção que revi meus passos e reconstruí meus caminhos.

    No ativismo político, o cidadão engajado deve ter o bem como princípio para nortear suas ações, principalmente quando a inserção na comunidade supera a convivência comum e passa a ter horizontes de amplitude coletiva.

    Tenho convicção que Marília quer, Marília tem jeito.

    Tenho convicção porque estive ao longo de 30 anos envolvido em todos os processos históricos da cidade.

    Absolutamente seguro estou que, Marília continuará essa cidade aconchegante, desenvolvida e cheia de oportunidades. Ao mesmo tempo em que a sociedade civil terá nos poderes constituídos, os elementos vitais para legalidade e justiça, assim como serviços, causas e coisas, terão gente decente administrando.

    Marília tem jeito porque nós, povo, queremos, assim podemos.

    A convicção que move minha certeza tem muito a ver com minha própria história de vida, de um jornaleiro e vendedor de limão da periferia, a jornalista investigativo e administrador de empresas.

    O ser humano amadurece, fica experiente, justamente por conta e conseqüência de vivência. Quanto mais intensas, mais ricas em produzir grandezas essenciais ao comportamento, embora também mais difícil fica o fardo de passar incólume pelas armadilhas, vaidades e inveja daqueles que são movidos pelo ódio e nos atacam.

    Minha carreira profissional no jornal ficou notabilizada pela polêmica em todos os momentos, pelas críticas veementes, pela defesa sempre intransigente das causas. Todas elas, mesmo que depois tenha as entendido melhor, que tenha compreendido que foram escolhas incorretas.

    Minha carreira profissional no rádio ficou notabilizada no mesmo formato, mas como o veículo rádio nos dá a oportunidade maior de nos mostrar, colocarmos muito mais emoção e coração como complemento à razão. Um elemento pessoal foi agregado para aprovação da sociedade, especialmente aquele ouvinte assíduo: a coragem.

    A comunicação de massa exige avaliação de desempenho, projetos são baseados não apenas na mensagem e conteúdo, mas no resultado de garantir audiência e capacidade de formar e ganhar a aceitação da opinião pública.

    Meu trabalho hoje contempla as mais diversas vertentes, não apenas nessa coluna aos domingos e na linha editorial do Diário, mas principalmente no programa Resgate da Cidadania, de segundo a sábado, às 11h30, nas rádios Dirceu AM e Diário FM.

    O jornalista profissional adequou sua postura num espectro de pluralismo e ativismo, porque fiz opção pela luta aberta e assumida das causas sociais e então adotei postura firme, de influência na vida da comunidade, de fiscalizador, e efetivo âncora nos debates mais polêmicos e até radicais em busca da melhoria de instituições, principalmente aquelas mais partidarizadas.

    Durante algum período meu trabalho foi questionado, a sociedade é implacável, ainda bem. O sentido de meus passos, meus objetivos, o que estava eventualmente fazendo com que eu assumisse uma postura tão definida e firme deixou formadores de opinião à espreita.

    A vida é maravilhosa porque não precisei provar nada que meus próprios passos e comportamentos buscavam, me postei apenas na luta, no dia-a-dia, para que minha credibilidade conquistasse a confiança da cidade.

    Fiz, estou fazendo e vou fazer da minha vida não apenas o exemplo que repito, repito e vou construindo para meu filho Matheus, pois sagrada é essa, a vida de um filho, para qualquer ser humano.

    Ativismo não pode parar quando se tem conquistas pessoais ou de grupos, isso é mesquinho, pequeno, e apequenar-se nunca será minha marca.

    Ativismo de cidadania é integrar-se aos projetos de bem de toda sociedade, é acreditar que podemos evoluir, amadurecer, conquistar oportunidades, mas acima de tudo reproduzir para a maior quantidade possível de pessoas da nossa comunidade o que há de melhor nas relações humanas.

    Não importa o que enfrentamos, não importa o que enfrentei para chegar aqui, o que importa é postura, a justiça, a justeza de comportamentos adequados para que nossas aspirações sejam conquistadas sem imposições, mas porque a sociedade assim deseja, assim aprova.

    É com essa convicção que eu defendo que Marília quer, Marília tem jeito, jeito de uma cidade que pode ser desenvolvida, terra de oportunidades, mais igualdades e fraternidade, mas acima de tudo, de relações muito mais humanizadas, mas muito mais mesmo. Exatamente assim como o dia de hoje, maravilhoso pela comemoração, da ressurreição daquele que foi também homem, o maior lutador da história da humanidade, Jesus Cristo.

    Que a paz conforte o coração de todos os homens neste dia….

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  • 16 mar 2008 /  Fique Ligado

    A vida imita a arte em Marília. Como nos filmes de policiais, promotores e outros agentes intocáveis da lei, agora há combate da máfia e crime organizado.

    Aqui os justos e éticos permeiam a legalidade no combate à bandidagem e artifícios dos malfeitores de colarinho branco são desmontados.

    O desempenho dos federais encurralou o crime organizado e sua rede de protetores.

    Até o Judiciário às vezes lento funciona a mostrar que novos tempos reproduzem maior eficiência e sentenças em primeira instância mostram que absolutamente ninguém está acima da lei.

    A deficiência estatal e judiciária ainda emperra o exercício pleno de direitos e deveres constitucionais e o combate à criminalidade ainda está longe de aniquilar as décadas de fortalezas do submundo.

    A mão fria abafa, extorque e corrompe, os passos nos bastidores apagam pegadas da criminalidade e o dinheiro sujo ainda desvirtua e patrocina distorções que saem das ruas e contaminam parcialmente procedimentos e processos.

    É preciso vigilância permanente e atenta a armadilhas e armações impostas em bastidores por conta da rede de malfeitores especializados em plantar falsas informações, forja de situações para acobertar e desvirtuar provas e testemunhos.

    A atuação de investigação e medidas judiciais que colocou Marília como centro de atividades em três megaoperações da Polícia Federal no ano passado ainda não acabou e a cidade vai ter reflexos positivos e legalistas de impacto nacional.

    Há milhares de horas de gravações e pilhas de documentos em perícia, além dos desdobramentos de investigações múltiplas em várias frentes que envolvem não isoladamente o crime organizado, mas sim especialmente gente de colarinho branco da política.

    Marília é centro de investigações contra crimes do colarinho branco desde 2005 e os resultados expuseram e destruíram parcialmente a rede de corrupção, extorsão, tráfico de influências e enriquecimento ilícito.

    Os problemas de desequilíbrio e desrespeito contra coisas e causas da sociedade até então estavam subdivididos em três pontos básicos:

    1 – superfaturamento e propinas em cima de forja de notas frias e pagamento de obras e serviços municipais para enriquecer o grupo de politiqueiros que usam e abusam do poder há quase 20 anos;

    2 – o exercício indiscriminado de intimidação em bastidores para encurralar adversários e desafetos que pudessem questionar ou ameaçar o formato fechado de funcionamento dos protegidos e privilegiados espalhados por rede de interesses em quase todas instituições para blindagem e proteção nas áreas federal, estadual e municipal;

    3 – uso e abuso de medidas truculentas, de agressões físicas a ataques contra patrimônio também contra aqueles desafetos ou que ousam questionar a desmedida utilização de bens públicos para locupletar mandatários e asseclas.

    Medidas múltiplas em denúncias e apresentação de provas com participação de diversos segmentos da sociedade chamaram a atenção das autoridades intocáves.

    Esse jornalista e o conjunto pluralista e independente da linha editorial do jornal Diário e das rádios Dirceu AM e Diário FM contribuíram para a construção de barreira contra tanta criminalidade e atraíram investigações, transformadas em processos cujos resultados são até surpreendentes.

    Tanto assim que foram três operações em 2007, quase cem pessoas investigadas ou presas, advogados, bandidos de toda naipe e empresários no alvo de apurações rigorosas.

    A cada semana o material produz novas medidas que revelaram situações de impacto variado para a coletividade.

    A identificação do esquema escuso foi feita e agora os desdobramentos vão desmontar de vez o império do mal. Com a força da sociedade em ano de eleição há convicção que em 2008 será marcado primeiro e emblemático ciclo de retomada dos bens, causas e serviços públicos de volta para atender interesses coletivos da sociedade.

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  • 09 mar 2008 /  Fique Ligado

    1) Qual é a quantidade total de servidores/funcionários envolvidos na prestação do serviço objeto da licitação, que atualmente, estão recebendo salários?

    Resposta: 4.762 Servidores Municipais;

    2) Quais foram os valores brutos e líquidos das folhas de pagamento de janeiro de 2007 até do mês imediatamente anterior ao da licitação?

    Resposta: R$ 7.556.000,00 (Sete Milhões e quinhentos e cinqüenta e seis mil reais);

    3) Como é realizado o pagamento do 13º salário do funcionalismo público municipal?

    Resposta: O 13º salário de todos os Servidores Municipais é pago em 02 parcelas iguais, sendo a primeira parcela paga no mês de aniversário do Servidor Municipal e a segunda parcela no mês de dezembro (aproximadamente dia 20);

    4) Favor apontar a estratificação da folha com base no salário líquido.

    Resposta:

    Faixa Salarial (valor líquido da folha) Total

    Até R$ 300,00 …………… 375

    entre R$ 300,01

    e R$ 400,00………………….185

    entre R$ 400,01

    e R$ 500,00………………….372

    entre R$ 500,01

    e R$ 600,00…………………458

    entre R$ 600,01

    e R$ 800,00…………………855

    entre R$ 800,01

    e R$ 1.000,00………………840

    entre R$ 1.000,01

    e R$ 1.200,00………………518

    entre R$ 1.200,01

    e R$ 1.500,00………………362

    entre R$ 1.500,01

    e R$ 2.000,00……………..372

    entre R$ 2.000,01

    e R$ 3.000,00……………..276

    entre R$ 3.000,01

    e R$ 5.000,00……………..125

    acima de R$ 5.000,01…..24

    TOTAL………………….4.762

    5) Favor apontar o vínculo empregatício dos servidores:

    Resposta: Estatutários Ativos (4.049); Celetistas Ativos (55); Comissionados com estabilidade (52); Comissionados sem estabilidade (300); Estagiários ativos (240); Temporários ativos (17); Aposentados (49) e Pensionistas (0);

    6) Em que dia do mês é realizado o pagamento ao funcionalismo público?

    Resposta: Todo último dia útil do mês.

    7) Qual a participação (em porcentagem) de cada banco?

    Resposta: 97% no Banco Santander e 03% no Banco do Brasil;

    8) Quais bancos e quais estruturas (agência, PAB ou caixa eletrônico) atualmente existem dentro das dependências da Administração pública?

    Resposta:Atualmente existe um Posto de Atendimento Bancário (PAB) situado nas dependências do Paço Municipal (Rua Bahia, n.º 40, centro) e um Posto de Atendimento Eletrônico (PAE) localizado na Garagem Municipal (Avenida República, n.º 5.370, Bairro Palmital); sendo o Banco Santarder o atual ocupante;

    9) O banco vencedor da licitação será a única instituição financeira a prestar o serviço de pagamento da Folha e a possuir instalações físicas nas dependências da Administração Pública, durante toda vigência do contrato?

    Resposta: Sim.

    10) Atualmente quantos servidores/funcionários recebem por meio de conta-salário e de crédito em conta corrente?

    Resposta: Nenhum;

    11) Algum banco tem contrato, atualmente, com a Prefeitura? Caso positivo, já foram denunciados em virtude da instauração da licitação?

    Resposta: Banco Santarder. Até a presente data não houve denúncia do contrato;

    12) O banco vencedor do certame deverá disponibilizar alguma estrutura de atendimento dentro das dependências municipais? Em caso positivo, qual a estrutura exigida e prazo para instalação?

    Resposta: Sim, no mínimo a instalação de um PAB no Paço Municipal e um PAE na Garagem Municipal; O PAB deverá ter espaço de 238 metros quadrados e o PAE 13 metros quadrados, sendo a instalação deverá dar-se no prazo de 90 dias; (Conforme Termo de Alteração, Exclusão e Prorrogação)

    13) O espaço licitado é novo, ou está ocupado por algum banco?

    Resposta: Não é novo, sendo que atualmente está ocupado pelo Banco Santarder;

    14) O público externo tem ou terá acesso ao espaço ou será restrito aos servidores?

    Resposta: O Público em geral terá acesso ao PAB/Caixa Eletrônico;

    15) Quantos servidores trabalham no prédio onde será instalada a estrutura de atendimento?

    Resposta: Aproximadamente 300 Servidores Municipais;

    16) Os servidores podem obter empréstimo consignado em folha em quais bancos?

    Resposta: Banco do Brasil, Banco Nossa Caixa, Santander, Caixa Econômica Federal, Banco Real, BV Financeira e Banco Unibanco;

    17) Qual o percentual de servidores que possuem empréstimo consignado?

    Resposta: 78%;

    18) Qual o volume mensal consignado?

    Resposta: R$ 692.227,95 (Seiscentos e noventa e dois mil, duzentos e vinte e sete reais e noventa e cinco centavos);

    19) Quais taxas de juros e prazos praticados para os empréstimos consignados?

    Resposta: Existem vários contratos, cada qual com sua respectiva taxa de juros;

    20) A instituição financeira vencedora terá exclusividade no oferecimento do empréstimo consignado em folha?

    Resposta:Não.

    21) Tão logo assinado o contrato administrativo o banco vencedor já poderá oferecer o empréstimo consignado em folha?

    Resposta: O objeto da presente licitação é a contratação de instituição financeira, pública ou privada, para prestação de serviço de pagamento da folha de pagamento para os Servidores Municipais da Administração Direta;

    22) Qual é a margem consignável para o empréstimo consignado em folha?

    Resposta: 30% do salário líquido;

    23) Há quanto tempo a Prefeitura disponibilizou o empréstimo consignado em folha?

    Resposta: Desde 2.003;

    24) Em qual prazo serão abertas as contas correntes dos servidores no banco vencedor da licitação?

    Resposta: Será definido um cronograma, tendo em vista que são vários Servidores Municipais;

    25)O Edital está em consonância com os normativosda Resolução 3424/06?

    Resposta: Sim

    26) Está correto o entendimento que a chamada “conta-salário” somente estará disponível aos servidores públicos após 31.12.2011?

    Resposta: Sim;

    27) Se o servidor desejar contratar um outro pacote de conta-corrente diverso daquele isento de tarifa poderá negociar livremente com o banco vencedor ?

    Resposta: Sim;

    28) Está correto o entendimento que as certidões fiscais e demais documentos exigidos para a habilitação deverão se referir ao Município sede do licitante e ao CNPJ do futuro contratado, não sendo exigidas certidões da rede de agências no Brasil?

    Resposta: Sim;

    29) Os inativos e pensionistas estão incluídas na licitação?

    Resposta: Somente o pagamento dos proventos de inativos e pensionistas, cuja responsabilidade é da Prefeitura Municipal;

    30) Caso os inativos e pensionistas estejam incluídos, pergunta-se: eles recebem por algum instituto ou fundo de previdência ou são pagos pela Prefeitura?

    Resposta:São pagos pela própria Prefeitura;

    31) Caso os inativos e pensionistas recebam por instituto ou fundo de previdência, este assinará o contrato junto com a Prefeitura?

    Resposta: Não.

    32) Somente poderão participar da licitação instituições financeiras com agência no município? Em caso negativo, será necessária a instalação de agência após a assinatura do contrato? Qual o prazo?

    Resposta: Não, todas as instituições financeiras, públicas ou privadas. Sim, no mínimo um PAB no Paço Municipal e um PAE na Garagem Municipal; Prazo de 90 dias;

    33) Está correto o entendimento de que a Prefeitura disponibilizará o recursos financeiros com pelo menos um dia útil de antecedência da data prevista para pagamento da folha?

    Resposta: Sim;

    34) Está correto o entendimento de que, na hipótese de rescisão contratual, sem culpa do contratado, ser-lhe-á devolvido o valor de sua proposta, proporcional ao prazo ainda a transcorrer do contrato?

    Resposta: Não haverá devolução.

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  • 09 mar 2008 /  Fique Ligado

    O negócio naufragado de exploração remunerada das contas-salários abre mais uma parte da caixa preta de abusos e absurdos em relação à discrepância que existe entre a vida difícil de quem é funcionário que passou em concurso enquanto privilegiados amiguinhos do rei têm holerites de marajás.

    O cabide de emprego reúne plêiadede gente que ao longo dos últimos quase 12 anos fez da Prefeitura, Daem, Codemar e Emdurb um meio de vida fácil e descompromissado com os princípios mínimos de respeito, isonomia e moralidade no serviço público.

    O esclarecimento que a Prefeitura publicou em anexo ao edital de concorrência pública que deveria conceder a folha de pagamentos mostra alguns números que comprovam aquilo que esse jornalista investigativo vem denunciando há quase cinco anos: há uma ilha de privilegiados nomeados sem critérios carimbados como inúteis e boçais enquanto os servidores sérios têm salários aviltados.

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  • 09 mar 2008 /  Fique Ligado

    A exploração remunerada das contas-salários (folha de pagamentos) da Prefeitura de Marília prevista para ser disputa acirrada de negócio milionário acabou virando outro mico. Nenhum banco público ou privado quis comprar a concessão, cujo valor estimado seria de R$ 20 milhões.

    Não é por menos que outra concorrência de Marília fique com carimbo de suspeição. Nem mesmo o atrativo negócio de exploração de contas-salários da administração pública escapa da falta de parâmetros e transparências exigidas pelo mercado e pela sociedade.

    Para você ter idéia: a folha de pagamentos mensal da Prefeitura de Marília é de exatos R$ 7.556.000,00, que vezes 13 resultará em valor de R$ 98.228. 000,00. O contrato de cinco anos previsto seria administração de quase 500 milhões, volume gordo para cobranças de taxas e tarifas em cima.

    A administração de Mário Bulgareli-Zé Abelardo vai ficando atolada em vexames que evidenciam de forma assustadora os desvios na forma de proceder a gestão de coisas e causas municipais.

    Nenhum banco quis entrar na concorrência milionária da Prefeitura, estranhamente feita à toque de caixa e no último ano da administração, bem diferente do que acontece em outros municípios e principalmente com repartições e órgãos do estado.

    Desde a privatização do Banespa e modificações na legislação, repartições públicas deveriam migrar as contas públicas para outras instituições igualmente estatais ou então adotarem concorrência com regras e mecanismos transparentes e eficientes como forma até de geração de recursos financeiros novos para investimentos em prioridades das comunidades.

    Na teoria, tudo correto, mas as práticas da politicalha em Marília acabamcontaminando até projetos que deveriam seguir parâmetros de experiências bem sucedidas de outros municípios.

    Pior. Quanto mais tempo passa, mais a administração vai mostrando desequilíbrio, desorientação e deixando a sociedade descrente em relação ao trato e governo de serviços, obras e bens de Marília.

    Nenhum banco quis entrar na concorrência porque simplesmente a proposta de concessão reúne falhas técnicas e jurídicas, tanto assim houve até a necessidade de a Comissão de Licitação editar esclarecimento com respostas sobre o que efetivamente a Prefeitura estaria oferecendo e contratando.

    Ora, como pode um edital de negócio milionário que envolve não apenas o interesse coletivo, mas a vida salarial de quase 4.800 servidores, ter tantas falhas e omissões?

    Negócio estimado em mais de 20 milhões de reais, movimentação financeira de 500.000.000 de reais em cinco anos e estranhamente em ano eleitoral não poderia ter outro destino senão o naufrágio.

    Com tantos e tantos escândalos que se sucedem, natural que essa concorrência e negócio milionário que vão ficar na mira desse jornalista investigativo, daONG Matra (Marília Transparente); sem contar com a eficiência e interesse de promotores públicos e procuradores federais.

    Pelo menos os bancos estão isentos do carimbo, porque se um negócio tão atrativo em qualquer lugar do Brasil, em Marília foi ignorado, imagine você leitor o que não deve ter acontecido nos bastidores.

    Mais do que ficar de olho, vamos investigar a fundo porque chega de tantos escândalos e malfadados negócios contra os cofres municipais.

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  • 02 mar 2008 /  Fique Ligado

    Quem desconhece os meandros e bastidores mesquinhos e sujos que envolvem a disputa político-partidária e do poder pelo poder está arriscado a incorrer no erro cruel de acreditar que a sujeira está apenas entre aqueles que mandam, mamam e se aproveitam das coisas e causas públicas de Marília. No lado de quem se auto-intitula adversário a sanha e métodos vorazes são tão e quanto maléficos e nojentos.

    O mau não pode ser combatido com o mau. A legalidade de atos e comportamentos e o irretocável sentido de justiça, justiça e justiça devem nortear o comportamento de quem se coloca contra os bandidos, corruptos e ladrões do dinheiro e da fé pública.

    A menos que haja utilização à luz do direito como o anonimato e sigilo garantidos até em alguns artigos na própria Constituição Federal, como o direito do jornalista publicar informações de fonte em offINSERT INTO `tbl_noticia` (`noticia`, `noticia_antiga`, `tipo_noticia`, `titulo`, `chamada`, `texto`, `data_cadastro`, `data_liberacao`, `foto`, `foto_credito`, `foto_legenda`, `ultimas_noticias`, `newsletter`, `pessoa`, `ativo`, `base`) VALUES (sem que ela seja revelada).

    Agora o que acontece em Marília é que há o exercício indiscriminado de malfeitores travestidos de bonzinhos, que a serviço do reizinho bandido, de forma direta e indireta, agem nos escombros e esconderijos que no passado eram de becos e ruas escuras e que hoje foram substituídos pelos poderosos caminhos da internet.

    O grupo que está a saquear as coisas e causas de Marília para manter estrutura que lhes garante riquezas, privilégios e prazeres efêmeros desvirtuou e influenciou negativamente as personalidades até de pseudos adversários.

    O leitor, ouvinte e telespectador estão distante do mundo nojento da política de Marília e ninguém está perdendo muito, pelo contrário até pode estar poupando por nós.

    De uma forma ou outra às vezes censuramos e evitamos que a ladainha de malfeitores torne o ouvido do cidadão comum um verdadeiro pinico ou vaso sanitário.

    Marília precisa revolucionar métodos e costumes da política partidária, de inserção e administração das coisas e causas públicas. Temos que refletir não apenas para apontar todas as frentes de bandidagem da politicalha pública municipal.

    Do lado de quem às vezes enfrenta o comportamento é do mesmo nível, porque só pode ter credibilidade quem dá a cara para bater, denuncia, apresenta provas, mobiliza fiscalização e apuração e assina absolutamente tudo dentro da legalidade.

    Coragem tem custo quase nada de bônus esse o sentimento íntimo.

    Não há como responder intimidação com intimidação, truculência com truculência, agressão com agressão, enfim banditismo com banditismo.

    Nunca ninguém pode reagir fora da legalidade e justiça. Nunca esse jornalista ou alguém dentro do jornal e rádios aqui deixaram de exigir justiça na apuração do incêndio e assalto que acabaram com instalações e equipamentos em oito de setembro de 2005.

    Nunca ninguém aqui quis reagir com desejos insanos à tentativa de me assassinar em 18 de julho de 2006, mas sempre vou exigir que o pistoleiro Evandro Quini e a desocupada Luverci Luque, que estão presos, sejam condenados, assim como contratantes e mandantes, no caso o bandido policial Ademilson Domingos de Lima e o advogado falastrão João Simão Neto.

    Ninguém aqui vai revidar agressões de repórteres nas ruas, no trabalho, assim como meu filho Matheus – a quem nesse instante peço desculpas – vai aprender ou ser educado fora dos parâmetros de justiça.

    Mesmo que há uma semana Matheus tenha assistido seu pai ser atacado fisicamente por covardes em plena luz do dia de domingo passado quando passeávamos e embora com a garganta embargada aos nove anos precisa aprender que o mundo real é bem diferente daquele que ele é acostumado a assistir na televisão e videogame, onde o justiceiro vence o malfeitor com lutas, espadas e raios luminosos.

    O desenho da vida real deve sempre apresentar sabedoria, a legalidade e o sentimento de justiça, pois Matheus e todos os filhos de todos os pais devem e podem ser decentes.

    O que não posso deixar de registrar e faço dessa coluna mais que um espaço de debates e jornalismo investigativo, um guia de apresentação de idéias e compromissos que tenho com a sociedade, até porque enfrentar o que há de pior no banditismo do colarinho branco e malfeitores de Marília me traz graves problemas, como esse risco que infelizmente enfiei minha família, meu filho Matheus.

    Não é à toa que a Justiça Federal mandou mas a Polícia Federal briga para evitar o gasto de garantia a esse jornalista e família de segurança 24 horas por dia. Enquanto isso conto com ajuda e colaboração de amigos.

    Ah, tenho sim orgulho de ter conquistado espaço de contraponto e isso me obriga a ter cada vez mais responsabilidade em tudo que faço, em todos os momentos de minha vida.

    Faço esses paralelos entre meu dia a dia e o que está acontecendo na cidade para que você leitor entenda minimamente a terra sem lei e ordem que reina na politicalha e é preciso muito mais que coragempara continuar essa missão.

    Por estar consciente desse desempenho é que não vou nunca me silenciar não apenas nessa trajetória emblemática para enfrentar boçais, bacanas e bandidos da política, mas para que o quadro fique evidente.

    Pior há até alguns disfarçados, enrustidos e tão delinqüentes partidários de jogo sujo e esquemas, medíocres que são, instrumentos que se permitem para chafurdarem em sobras da lama dos malfeitores falsamente endeusados.

    Faço esse alerta não porque esse quadro seja novo, infelizmente os homens de bem se afastaram da política, do partidarismo, da busca de eleições para cargos no Executivo e Legislativo por causa e conseqüência da sujeira, mas esse é um erro porque os bandidos, boçais e bacanas se esbanjam, esbaldam, locupletam e depois ficamos a mercê de necessidades até básicas como a manutenção de infra-estrutura da nossa cidade.

    O que podemos fazer além dessa cruzada que já está em processo há mais de cinco anos e vai completar um ciclo em 2008 é ampliar a limpeza da política partidária e de poder de Marília, agregando os valores de ética, legalidade e justiça e resgatando a vontade, vocação e desprendimento dos cidadãos de bem.

    É possível construção de políticas públicas a partir de projetos transparentes e coalizão de idéias, debates e prioridades do conjunto da sociedade, mesmo que as demandas demorem a serem alcançadas, mas que elas contemplem a sociedade e não apenas os desejos confessos e inconfessos desse ou daquele grupo, que depois acaba virando bando e quadrilha como é o caso da atualidade.

    Repito sempre que é preciso ser implacável nas denúncias, críticas, enfrentamento, exigir e não transigir na busca de responsabilizar os malfeitores, mas sempre à luz da legalidade e justiça.

    Repito à exaustão para ficar bem claro que você leitor deve ficar atento porque além dos que estão no poder outros que de uma forma ou de outra fazem o jogo sujo da política, continuam agindo nos bastidores e escudados e escondidos porque são tão repugnantes e covardes, se duvidar ainda piores, se que é possível.

    Tenho a satisfação de ter afastado qualquer ameaça anônima porque me cerquei de vários mecanismos legais para pegar os bandidos oficiais e do submundo, porque a tecnologia permite a proliferação de ações do bem para impedir o mau de prevalecer.

    A saída para que os bandidos anônimos da política sejam identificados e denunciados é justamente através do trabalho de coesão de posturas daqueles que estão engajados na cruzada do bem para derrotar o mau e sem a participação de falsários e lacaios que apenas estão na espreita para abocanhar algum naco à base de métodos escusos.

    Nada e ninguém vão desvirtuar o caminho da legalidade e justiça. Marília diz basta e chega de banditismo, seja de quem for.

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