• 29 out 2009 /  TV A Voz da Coragem

  • 29 out 2009 /  Carros e Cia, Fernando Calmon

    Por Fernando Calmon

    Depois da Gurgel, a segunda mais importante fábrica brasileira de veículos de pequena série é a Puma. Na realidade, o carro não nasceu com esse nome. Surgiu de um desafio das pistas. Em Matão, interior de São Paulo, Rino Malzoni criou um carro esporte, com mecânica DKW-Vemag, para enfrentar as berlinetas Willys Interlagos e seu domínio em competições.

    Em 1964, o GT Malzoni, exibido no Salão do Automóvel, impressionou por suas linhas ousadas e modernas. Um legítimo carro esporte nacional, de carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro sobre chassi encurtado do DKW e mesmo motor de 981 cm³. As unidades de rua começaram a ser fabricadas na capital paulista, em meados de 1966. Estima-se que se produziram apenas 35 unidades. No mesmo ano, surgiu no Salão do Automóvel o Puma GT, uma evolução ainda mais bonita, desenhada por Anísio Campos para a empresa Puma Veículos e Motores.

    Desse segundo modelo, acredita-se que 125 unidades deixaram as linhas de montagem. Ainda em 1966, a Volkswagen iniciou o processo de absorção da Vemag e o fim do DKW um ano depois levou o fabricante artesanal a trocar o chassi e a mecânica. Surgiu então, em 1968, o Puma GT 1500, mantendo o mesmo emblema com a cara do felino (hoje em vias de extinção).

    O novo automóvel partilhava o chassi, também com menor distância entre eixos, do Fusca, além do motor VW arrefecido a ar de 1.500 cm³ e dois carburadores. Embora não fosse um projeto apoiado pelo grande fabricante alemão, que já comercializava o Karmann-Ghia e mais tarde (1972) lançaria os SP, a Puma não enfrentou dificuldades em adquirir componentes.

    Graças ao GT 1500 a empresa cresceu em ritmo acelerado. As peças mais baratas permitiam vendê-lo por um preço apenas cerca de duas vezes maior que o acessível Fusca. Componentes de motor, câmbio, direção e suspensões podiam ser encontradas na rede VW do país.

    O primeiro conversível foi lançado em 1971, acompanhando a atualização mecânica do Karmann-Ghia que já emprestava o motor de 1.600 cm³ desde o ano anterior. Antes mesmo, em 1970, a Puma ensaiava os primeiros passos no exterior ao participar numa feira em Sevilha, Espanha. O carro foi exportado para mais de 50 países, incluindo Europa e EUA.

    Em 1974, a fábrica lançou o Puma GTB, com chassi próprio e motor do Opala 6-cilindros, embalada pelo sucesso dos modelos de menor porte. Para estes, em plena era do milagre econômico brasileiro, havia fila de espera. No Salão do Automóvel daquele ano, a Puma apresentou um caminhão leve e o projeto de um minicarro como resposta à primeira crise do petróleo. Essa diversificação seria fatal para a empresa, mais adiante, quando lhe faltou fôlego financeiro.

    A segunda crise do petróleo (1979/80) diminuiu o interesse pelos esportivos e a sua reação foi redesenhar os Pumas pequenos. A empresa fechou as portas em 1985. Ainda houve uma tentativa de relançamento pela empresa Alfa Metais, de Curitiba (PR), em 1987. Em 1992, chegou ao fim a produção dos carros esporte e a do caminhão, em 1993.

    Estima-se que mais de 23.000 carros esporte foram vendidos, volume nem de perto atingido por outros pequenos fabricantes nacionais.

    Primeiro Puma GT VW 1500

    Primeiro Puma GT VW 1500

     Puma DKW

    Puma DKW

    Puma GTB

    Puma GTB

  • 27 out 2009 /  Carros e Cia

    vwJá há mais de um milhão de Fox andando no Brasil e sete anos depois o compacto que mudou os conceitos de espaço interno chega renovado ao mercado e com transmissão automatizada.

    A Volkswagen lançou nesta terça-feira, em Brasília, a segunda geração do carro que criou uma tendência no segmento de carros compactos e inaugurou no Brasil o conceito de design around the passengers (desenvolvido ao redor dos passageiros), segundo o fabricante.

    O evento em Brasília antecipa os 50 anos de construção da Capital Federal em 2010 para a Volkswagen, orgulhosa de ter sua fábrica Anchieta, em São Paulo, com a mesma data de comemoração e também inaugurada por Juscelino Kubitschec.

    O jornalista José Ursílio participa do evento de lançamento do novo Fox, a convite da Volkswagen.

    O carro tem preços  médios de R$ 34 mil para o modelo 1.0 de quatro portas ou o Prime, 1.6, top de linha, que pode valer até 47 mil reais.

    A VW quer notabilizar o Fox como o carro pequeno por fora que oferece muito espaço por dentro para o transporte da família, com versatilidade para a acomodação de carga.

    Com nova aparência exterior, realçando os aspectos de jovialidade e dinamismo, segundo a montadora o Novo Fox segue a linha de estilo global da marca, introduzida pelo designer Walter de’Silva. Ao mesmo tempo, o novo modelo traz um interior novo, associado ao seu lado prático,  dando mais conforto ao cliente.

    Outra novidade é a versão I-Motion, que traz a moderna transmissão ASG (Automated Sequential Gearbox). A opção desta tecnologia segue o conceito do modelo, que desde sua primeiro geração foi construído a partir do desejo do cliente.

    Para a Volks, o Novo Fox vai muito além de uma simples atualização de estilo. Ele mantém os elementos de DNA do projeto original,  atendendo aos desejos e necessidades de um consumidor cada vez mais exigente e sofisticado. Trata-se de um consumidor que busca no automóvel funcionalidade e praticidade, sem abrir mão do que é moderno e tecnologicamente avançado.

    O desenvolvimento do Novo Fox partiu de uma extensa pesquisa sobre os desejos e necessidades dos consumidores, proprietários ou não do Fox original. Uma série de clínicas, realizadas durante as diversas etapas do projeto, colheu opiniões e sugestões que ajudaram a definir vários aspectos do novo produto.

    Contribuição ao projeto do novo carro foi dada também pelos vendedores da rede de concessionárias, através da ação “Converse com o Marketing”, iniciada há mais de três anos. O contato constante e direto desses profissionais com os clientes os faz, de certa forma, “porta-vozes” de seus comentários.

    As áreas de Engenharia e Design, apenas, consagraram ao projeto mais de 450 mil de horas de trabalho. Para atingir os elevados padrões de qualidade e tecnologia adotados pela Volkswagen, essa equipe, que incluiu também os representantes das áreas de Qualidade e Produção, realizou desde testes simulados em computadores a exaustivos ensaios em laboratórios e mais de um milhão de quilômetros de rodagem em pistas de testes, ruas e estradas do Brasil e no exterior.

    O Novo Fox utiliza os consagrados motores Volkswagen 1.0 l e 1.6 l, com tecnologia flex. As versões com motor 1.6 poderão vir equipadas com a transmissão automatizada ASG. O modelo está disponível nas versões 1.0, com duas ou quatro portas, 1.6 (quatro portas) e Prime (quatro portas), além do pacote de acabamento Trend.

    Volkswagen lança Novo Fox com visual moderno, mais conforto e tecnologia

    Volkswagen lança Novo Fox com visual moderno, mais conforto e tecnologia

  • 27 out 2009 /  Carros e Cia

    •          Novo design exterior mais arrojado, transmitindo maior dinamismo e modernidade, alinhado à nova linha de estilo global da Volkswagen

    •          Novo interior, mais acolhedor e confortável, aproveitamento inteligente do espaço e atmosfera similar à de um lounge, reforçada pelo acabamento superior das áreas onde o usuário tem contato

    •          Transmissão automatizada ASG, proporcionando maior conforto ao motorista no trânsito urbano com o mesmo desempenho e custo reduzido em relação aos câmbios automáticos tradicionais

    •          Teto solar opcional (único no segmento)

    •          Novo painel, com moderno conjunto de instrumentos integrados com quatro mostradores

    •          I-System com display digital de alta resolução com seis funções e computador de bordo com 7 funções (opcional)

    •          Sensor de estacionamento (único no segmento)

    •          Novas opções de volantes, integrando comandos e troca de marchas

    •          Retrovisores externos com indicador de direção e auto-rebatimento na marcha a ré opcionais (únicos no segmento)

    •          Luzes de leitura individuais para os passageiros de trás

    •          Faróis com função coming / leaving home opcional

    •          Sensores de chuva e crepuscular opcionais

    •          Retrovisor interno eletrocrômico opcional (único no segmento)

    •          Pneus 195/55 R15 de série (único no segmento)

    •          Porta-revistas atrás dos bancos dianteiros

    •          Retro-refletores e lanterna de neblina (opcional) incorporados ao para-choques traseiro

    •          Chave canivete de série (único no segmento)

    •          Banco traseiro deslizante, permitindo alterar o tamanho do porta-malas

    •          Sistema de freios ABS 8.2 opcional, disponível em todas as versões

    •          Abertura elétrica do porta-malas (opcional

    Fox Sunrise_00003.JPG

  • 27 out 2009 /  Carros e Cia

    Novo-Fox-Trend-1_620_413

    O Novo Fox é o resultado da análise da evolução do consumidor brasileiro que nos últimos anos passou a exigir novos atributos, sobretudo no que diz respeito ao conforto, sofisticação e tecnologia. O novo modelo se destaca pela versatilidade, espaço e funcionalidade, características que fizeram da primeira geração um sucesso.

    Com esse novo produto, a Volkswagen do Brasil reforça sua posição de marca reconhecidamente inovadora, referência para o crescente público de espírito jovem. Dentro deste espírito, todas as versões deste novo modelo trazem inovações e equipamentos que superam os modelos oferecidos no mercado.

    Para o cliente do Novo Fox, o automóvel é uma forma de expressar modernidade e desejo de antecipar futuras tendências. Sempre em dia com novas tecnologias, preocupado com as questões que envolvem o meio ambiente, ele é rápido, ágil e encara a vida de forma prática. De espírito jovem, independentemente da idade, não abre mão do conforto e procura a sofisticação mais do que as aparências.

    Ao ser lançado, em outubro de 2003, o Fox modificou conceitos estabelecidos, como o de que carros pequenos tinham que ser necessariamente pouco confortáveis. Introduziu no país a arquitetura high roof (teto alto), que privilegia a altura elevada em relação aos outros veículos, proporcionando melhor visibilidade e maior espaço interno. Ao mesmo tempo, o novo modelo trazia as características associadas à marca Volkswagen: resistência, confiabilidade, segurança e excelente dirigibilidade.

    O Novo Fox está disponível nas seguintes versões:

    • 1.0, com duas ou quatro portas
    • 1.6, com quatro portas
    • Prime 1.6, com quatro portas

    Para as versões 1.0 e 1.6, é oferecido o pacote Trend, um conjunto de acessórios abrangente e com preço atraente.

    Diferenciais do Novo Fox 1.0 e 1.6 dentro de seu segmento

    • Modelo com maior altura interna
    • Melhor espaço para pernas na parte traseira
    • Porta-malas com maior altura para carga
    • Menor largura para vagas na garagem (4 portas)
    • Quantidade de porta-objetos (2 portas: 15 / 4 portas: 17)
    • Único com pneus 195/55 R15 série
    • Único com faróis máscara negra de série
    • Único com chave canivete de série
    • Único com porta-garrafas nas portas dianteiras de série
    • Único com retrorefletores no para-choque traseiro
    • Único com banco traseiro totalmente rebatível e dobrável de série
    • Único com gaveta embaixo do banco do motorista de série
    • Único a oferecer banco traseiro com ajuste longitudinal – opcional
    • Único a oferecer sensor de estacionamento traseiro – opcional
    • Único a oferecer luz de seta integrada aos retrovisores – opcional
    • Único a oferecer tomada 12V no porta-malas – opcional
    • Único a oferecer visor com tecnologia TFT
    • (Thin-Film Transistor) de alta resolução (120 colunas x 172 linhas)
    • e alto contraste no instrumento combinado – opcional
    • Único a oferecer I-System – opcional
    • Único a oferecer comandos de som e computador de bordo integrados ao volante – opcional
    • Único a oferecer versão I-Motion 1.6 com câmbio automatizado ASG e shift paddle – opcional
    • Único a oferecer espelho retrovisor interno eletrocrômico (antiofuscante) – opcional
    • Único com limpador do parabrisa com sensor de chuva – opcional

    O pacote Trend  traz como itens adicionais à versão básica:

    • Antena de teto e preparação para som
    • Frisos laterais na cor do veículo
    • Maçanetas e espelhos na cor do veículo
    • Tecidos dos bancos exclusivos
    • Faróis com duplas parábolas
    • Grade dianteira em acabamento preto brilhante
    • Pára-sóis iluminados

    A  versão Prime inclui:

    • Faróis com duplas parábolas
    • Lanternas escurecidas
    • Adesivos nas colunas das portas
    • Adesivo exclusivo no para-choques traseiro entre os retro-refletores
    • Frisos laterais com apliques metalizados
    • Aerofólio traseiro aplicado na cor do veículo com brakelight integrado
    • Novos acabamentos dos detalhes internos ( pintura Siberian)
    • Volante diferenciado
    • Aquecimento
    • Coluna do volante ajustável em altura e profundidade
    • Tecidos dos bancos exclusivos
    • Iluminação individual para ocupantes traseiros
    • Banco traseiro corrediço
    • Tomada 12V no porta-malas

    Faróis e lanternas de neblina

    Dentro do segmento, o Novo Fox Prime tem como destaques:

    • Modelo com maior altura
    • Melhor espaço para pernas na parte traseira
    • Porta-malas com maior altura para carga
    • Melhor dimensão de largura para vagas na garagem
    • Maior volume de porta-malas mantendo todos os passageiros
    • (com o banco traseiro corrediço todo à frente)
    • Único com pneus 195/55 R15 série
    • Único com faróis máscara negra com detalhes cromados de série
    • Único com grade dianteira pintada em preto brilhante de série
    • Único com inserto cromado nos frisos laterais de série
    • Único com ponteira de escapamento cromada esportiva de série
    • Único com porta-garrafas nas portas dianteiras de série
    • Único com banco traseiro totalmente rebatível e dobrável de série
    • Único com banco traseiro com ajuste longitudinal de série
    • Único a oferecer para-sóis iluminados de série
    • Único com chave canivete de série
    • Único a oferecer gaveta embaixo do banco do motorista de série
  • 27 out 2009 /  Carros e Cia

    Sem Título-1

  • 25 out 2009 /  Fique Ligado

    2009-10-24_A4_1256417193

    As tacadas do governo de Mário Bulgareli são ousadas e revelam envolvimento para desmontar a máquina municipal de Marília e priorizar esquema de administração de contratos milionários com empreiteiros.

    Os negócios milionários ameaçam acabar com dois patrimônios de décadas e estão ameaçados o Daem e a Codemar.

    O Daem pode virar pó e o maior golpe da história política e administrativa de Marília se concretizadas articulações de lobistas e empreiteiros que querem ficar com a autarquia.

    O quadro supera a suspeição e dá indícios de ação articulada de interesses do grupo de Mario Bulgareli que na realidade não passa de pessoal que até o ano passado formava a mesma tropa de Abelardo Camarinha.

    Bulgareli deu com pé na bunda de Camarinha para ser reeleito e ficou com seu espectro e não há mais dúvida que também mantém as práticas e vícios.

    Ainda montados nos louros da vitória eleitoral de 2008 Bulgareli e seus aliados acreditam que o feito pode ser repetido e de salto alto ignoram transparência e compromissos com a coletividade.

    A prioridade são os negócios. A venda do Daem tratada aqui na semana passada e que vai merecer ativismo e mobilização é caso mais grave.

    A Codemar é vítima da audácia desmedida e Bulgareli atropela tudo e acredita que vai acabar com a companhia.

    Estrutura de máquinas e funcionários seria incorporada pela Secretaria Municipal de Obras.

    A Codemar é uma empresa de economia mista em que a prefeitura detém 91% das ações e 9% pertencem a acionistas.

    A transferência da empresa para o município faria a Prefeitura assumir responsabilidades fiscais, tributárias e a herança judicial, além do quadro de funcionários e os equipamentos que seriam incorporados.

    Bulgareli não quer mais pagar para a Codemar fazer serviços de asfalto e de tapa buracos, um investimento médio de R$ 750.000,00 mensais.

    A iniciativa desconexa seria acabar com a Codemar para evitar o gasto?

    Ora, como se toda estrutura será anexada à Secretaria de Obras?

    Ora, ou será que vão acabar com o cabide de empregos dos cargos em comissão quando a Codemar deixar de existir?

    Nada, já está prometido que todos serão adequados no quadro da Prefeitura.

    Ao invés de sanear, a turma de Bulgareli então prefere acabar com a empresa.

    E essa estrutura seria destinada a que atividades outras? Quais?

    Em serviços em subprefeituras nas zonas norte e sul? E então terá recursos para bancar os novos custos? Serão menores?

    A máquina e o caminhão em outros serviços economizam?

    Os funcionários serão recontratados em concurso público pois a empresa é economia mista e não podem ser simplesmente anexados ao município como servidores?

    E como pode a Codemar, empresa de economia mista (sociedade anônima) ser agregada como estrutura pública?

    Vai se gastar milhões e Bulgareli, seu grupo político e pensadores de assessoria não estão preocupados com nada.

    Cadê o vice-prefeito Ticiano Toffoli e os petistas que têm discursos contra entreguismo de patrimônio no Brasil inteiro e aqui se acomodam no jogo de Bulgareli?

    Cadê o presidente da Câmara, Eduardo Nascimento, que nomeou o diretor da Codemar, Divino Donizete de Castro, e prometeram mundos e fundos de novas práticas e jeitos e até uma risível “nova Codemar”?

    O que fica de bem bom para o prefeito e sua turma é a parte das empreiteiras do asfalto que serão contratadas para mais pavimentação de asfalto e serviços de recuperação dos bairros que estão abandonados.

    Bulgareli  mentiu e enganou a população em 2008 para ganhar a eleição e agora vai acabar com a Codemar, empresa de 35 anos de funcionamento.

    Bulgareli mentiu e enganou a população em 2008 para ganhar a eleição e agora vai acabar com o Daem, um negócio milionário para enriquecer lobistas e empreiteiros.

    Isso mesmo, assim, de qualquer jeito. Nada de comprometimento ou transparência.

    O prefeito, os petistas, os vereadores, a turma toda de puxa sacos e lambe botas, todos juntos nesses esquemas que no mínimo vão carimbá-los como entreguistas, vendilhões e traidores do povo.

    Só falta agora Camarinha ser tratado como trombadinha e aparecer algum débil mental pedindo para ele voltar.

     Daem e Codemar na mira de Bulgareli: negócios milionários de lobistas e empreiteiros e “vantagens” para governistas

    Daem e Codemar na mira de Bulgareli: negócios milionários de lobistas e empreiteiros e “vantagens” para governistas

    Bomba

    Mário Bulgareli não vai terminar o segundo mandato e há um esquema para Ticiano Toffoli assumir orquestrado pelo próprio grupo que está no poder. O assunto é tratado como segredo de estado. Era. O primeiro a dar indício é o médico Carlos Rodrigues, que está presidente da Matra. Ele no entanto dourou a pílula dizendo que isso seria por causa das contas desaprovadas de Bulgareli (2005, 2006 e 2007). Desvios e irregularidades graves no trato do dinheiro público. Será? Não. O Frankenstein vai apenas engolir o criador. Ficção e realidade se fundem…

    2009-10-24_A5_1256417193

  • 25 out 2009 /  Fique Ligado

    bocaA sujeira nos bastidores da política de Marília só não é maior porque hoje tudo acaba vindo à tona e aqui nessa coluna, nesse jornal e nas rádios Diário FM e Dirceu AM  a verdade aparece. Doa a quem doer. Nunca se roubou tanto do povo, na calada da noite, à luz do sol, em todo canto. Há 12 anos fica milionária gente que vive apenas de mamar nas tetas públicas e atrás de negociatas. Ou será que as malas pretas e comissões diminuíram? Ou será que ninguém está levando a propina nos negócios com empreiteiros? Não é apenas com os negócios aqui que se tira dinheiro, os esquemas se espalham e entrelaçam Marília-São Paulo-Brasília. Não há santinhos aqui ou acolá, mas um pingo de decência há de se esperar…

  • 25 out 2009 /  Fique Ligado

    alvoO Ministério Público Federal (MPF) tem fiscalizado as obras do esgoto em Marília e deve investigar possível duplicidade na consultoria anunciada pela prefeitura. Não é para menos. Mário Bulgareli quer contratar  nova empresa para apontar quanto custará o término das obras do esgoto. Ao serviço de gerenciamento e projeto da execução da obra, município já gastou quase R$ 4 milhões com a TCRE Engenharia desde o início das obras do esgoto. Daem vai abrir outra licitação para a contratação desse mesmo serviço? Ora, o que já foi pago pelos projetos? Já foram gastos R$ 33 milhões e a construtora Passareli trabalha sem definir como seria a conclusão da obra que pode chegar a R$ 70 milhões. Mau cheiro e não é dos efluentes de esgoto.

  • 25 out 2009 /  Fique Ligado

    olhoO contribuinte de Marília deve ficar de olho senão vai ver o patrimônio da cidade virar pó e  sua tarifa de água e esgoto vai aumentar ainda mais e virar roubalheira ainda maior. O negócio milionário da concessão (privatização) do esgoto é apenas a ponta do iceberg que esconde a venda da mina de ouro que é o Daem. Os lobistas e empreiteiros estão espalhados com suas malas em volta da turma de Mário Bulgareli e toda patota. Tem poder de  convencimento, tanto assim que quem acompanha os bastidores da política e administração, nunca viu tanta pressa, gente esfregando as mãos e brilho no olho para fazer tudo a toque de caixa. Vamos organizar uma frente de moralização e processos judiciais para defender o patrimônio do povo.