• 07 fev 2010 /  Fique Ligado Sem Comentários

    O acordo que pôs fim no aumento do IPTU conjugou convergência de interesses múltiplos e prevaleceu responsabilidade em benefício direto ao bolso do contribuinte.

    No campo administrativo o prefeito Mário Bulgareli fez adequações e priorizou manter o apoio da maior parte da opinião pública contra eventual execração natural provocada quando qualquer imposto é aumentado abusivamente.

    No espectro político próprio do jogo de disputa pelo poder e adversidades entre situação e oposições a estratégia surpreendeu por envolver diferentes protagonistas.

    Mário Bulgareli e os vereadores principalmente da base governista com notado destaque de Eduardo Nascimento e de Sidney Gobetti de Souza foram artífices das discussões.

    A pressão social funcionou e este jornalista em cena nas críticas contra o aumento do IPTU foi ao encontro do prefeito e vereadores numa ação para superar mesquinharias e vaidades e para aliar-se à justa causa de revogar o aumento dos impostos em defesa do clamor público.

    Foram ingredientes políticos de repercussão. O lado emblemático e divisor de situações teve dois componentes: a votação e aprovação da lei e a fotografia no gabinete, com o prefeito Mário Bulgareli, a bancada de  vereadores e esse jornalista.

    Ninguém esperava, foi a surpresa preparada depois de dias de discussões e cada parte articulou estratégia em defesa do contribuinte, do bolso do cidadão, com responsabilidade de agentes públicos e obviamente para colher dividendos.

    Depois, óbvio, entrou o ingrediente político, de interesses de agradar a opinião pública e ter seu apoio, condição natural de quem é administrador ou tem expectativas de participação em projetos de governo.

    No lado antagônico estava o espectro de Abelardo Camarinha e Vinícius Camarinha nos microfones de rádios, câmeras de tevê e páginas de jornais – seus veículos de comunicação.

    Ambos desfilaram oportunismo, a vocação para reproduzirem  baixarias e torcer para quanto pior melhor em proveito próprio. Bomba. Fim da linha,havia plano B de nossa parte.

    Bulgareli derrotou os Camarinha e eles não o perdoam. Estão inconformados porque foram alijados das burras da Prefeitura. Bulgareli é sim criatura de Camarinha de quem foi vice-prefeito e quem o elegeu no primeiro mandato.

    Ora, não dá para aceitar mais essa mesquinharia, é apequenar-se demais continuar deixando o estômago azedo e o intestino com diarréia norteando a língua e desdobrando-se em xingamentos as frustrações pura e simplesmente.

    Por isso que acordos, ações articuladas e estratégias podem e devem enterrar o que já está política e administrativamente morto e evitar que esqueletos do passado assombrem a cidade.

    O IPTU não terá aumento. A cidade ganha em proteção dos contribuintes, em garantias de justiça fiscal.

    A Prefeitura tem condições de adequar seu orçamento que já é invejável para qualquer cidade média e em 2010 vai chegar a estratosféricos meio bilhão de reais.

    Estão satisfeitos os agentes públicos que recuperam imagem e apoio da opinião pública, especialmente Mário Bulgareli e sua base de aliados na Câmara. Até no próprio governo onde está pendurada gente de diversos partidos, tendências e ideologias.

    E como fica os Camarinha? Revoltados, esbravejando, destilando ódios e venenos, usando sua mídia para a retórica atrasada de 20 anos.

    Eles xingam o prefeito, destratam esse jornalista.

    Tem algo novo? Não.

    Estão apenas esperneando porque armaram o circo, um palanque, achavam que iriam fazer politicagem e esqueceram de combinar com o povo e com agentes públicos e esse jornalista.

    Não se pode admitir mesquinharia, querer explorar a boa fé e o bolso do contribuinte como palanque eleitoral.

    Xeque mate. Nesse xadrez cada peça tem um papel e o jogo não tem pedras marcadas nem mascaradas. Não dá para roubar o jogo a luz do dia e contra a disposição de convergência para o bem público e coletivo.

    Golpe de mestre. Na luta do bem contra o mal vence quem espera a hora para nocaute.

    A continuidade do processo político e administrativo pode dar à cidade período de tranquilidade e desenvolvimento sustentável a partir de políticas públicas do governo de Bulgareli.

    É Bulgareli quem tem a responsabilidade e não pode errar na condução da administração e da política. Errando não conseguirá nada, ficará isolado e sozinho  e continuará bombardeado pelo espectro de maldades abelardianas.

    Errar? Insistir em coisas abomináveis, descabidas e suspeitas como a privatização do inteiro ou partes do Daem em negócio suspeito de empreiteiros e lobistas que querem roubar descaradamente o patrimônio da cidade.

    Esse é um projeto que quem sonhar deve sair foragido da cidade em primeiro instante para um dia ser execrado e condenado à cadeia. Eu seria o primeiro a fazer a campanha pública como já deixei claro.

    De qualquer forma, vamos torcer para que nada mais grave aconteça e ficou provado que o acordo que revogou o aumento do IPTU foi sintomático e a repercussão extremamente positiva.

    Convergir os interesses múltiplos que tenha em seu amplo grupo é fundamental até para colocar cabeça naquilo notabilizado como Frankenstein.

    Pode melhorar o desempenho se mostrar responsabilidade e firmar convencimento para participação de aliados em causas justas.

    Se o fizer ganha Marília, cresce o apoio e a compreensão da sociedade.

    Mais: estratégia desmascara as mentiras, estará sepultado e isolado o espectro abelardiano que não subsiste quando é enfrentado, quando tem respostas, pois sempre foi e será vazio de posturas minimamente dignas.

    Manchetes

    07/02/2010 - Mariliense já pagou R$ 41 mi em impostos neste ano

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    Escrito por: José Ursílio - 9:11

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